Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Lula sanciona reajuste a servidores e veta penduricalhos acima do teto

Lula sanciona reajustes de servidores da Câmara, Senado e TCU, mantém teto de R$ 46 mil e veta penduricalhos, retroativos e licença compensatória

Presidente Lula
0:00
Carregando...
0:00
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou reajustes para servidores da Câmara, do Senado e do Tribunal de Contas da União em 2026, mas vetou valores acima do teto constitucional de R$ 46 mil.
  • Foi aprovada a substituição das gratificações de desempenho pela Gratificação de Desempenho e Alinhamento Estratégico (GDAE), sujeita ao teto.
  • As três carreiras foram reconhecidas como típicas de Estado, garantindo maior segurança jurídica e proteção aos servidores.
  • No TCU, houve ampliação de cargos, elevação de funções de confiança e exigência de nível superior para todos os cargos.
  • Os vetos incluíram penduricalhos como aumentos futuros, pagamentos retroativos, licença compensatória com possibilidade de converter em dinheiro e cálculo semestral para aposentadorias; medidas contrárias à Lei de Responsabilidade Fiscal e à Constituição (artigo 169).

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou reajustes para servidores da Câmara, do Senado e do Tribunal de Contas da União (TCU), aprovados pelo Congresso. A sanção ocorreu com vetos a dispositivos que poderiam extrapolar o teto do funcionalismo público, fixado em R$ 46.366,19.

A publicação das sanções e dos vetos aconteceu na edição de hoje do Diário Oficial da União. Além dos aumentos salariais, o pacote incluiu a substituição das gratificações de desempenho pela Gratificação de Desempenho e Alinhamento Estratégico (GDAE), sujeita ao teto constitucional, e o reconhecimento das três carreiras como típicas de Estado, assegurando maior segurança jurídica aos servidores.

Vetos aos penduricalhos

Os vetos abrangem benefícios que poderiam ultrapassar o teto, como aumentos salariais para os próximos três anos, pagamentos retroativos de despesas continuadas e criação de uma licença compensatória convertível em dinheiro. A licença permitia afastamento remunerado pelo acúmulo de atividades extraordinárias, como sessões noturnas e plantões, com possibilidade de conversão em recursos.

Contexto legal e impactos

Reajustes graduais até 2029 foram barrados por violarem a Lei de Responsabilidade Fiscal. A norma impede a criação de despesas obrigatórias nos últimos dois quadrimestres do mandato que não possam ser cumpridas integralmente. Já os pagamentos retroativos de despesas continuadas contrariam o artigo 169 da Constituição, segundo a Câmara. Também foram vetados dispositivos relativos à licença compensatória para funções comissionadas e de assessoramento e à forma de cálculo semestral para aposentadorias e pensões.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais