- O Ministério Público Junto ao Tribunal de Contas da União apresentou uma representação para que a Corte de Contas apure vazamentos de dados de ministros do Supremo Tribunal Federal e de familiares por servidores da Receita Federal.
- A ação, assinada pelo subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, solicita a adoção de medidas para investigar o caso.
- O texto ressalta investigações do STF, determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, que instaurou um inquérito a partir de provocação da Procuradoria-Geral da República.
- A PGR afirma que dados sigilosos foram usados de forma fragmentada e seletiva para produzir suspeitas artificiais contra autoridades públicas.
- Um dos alvos é a esposa do ministro Moraes, Viviane Barci; entre os dados expostos está um contrato do escritório da advogada com o Banco Master, avaliado em 129 milhões de reais.
- A representação ainda precisa ser distribuída e reconhecida por um ministro do TCU para que a investigação seja instaurada formalmente.
O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MP-TCU) apresentou nesta quarta-feira (18) uma representação para que o TCU apure o acesso ilegal a dados de ministros do STF e de seus familiares por servidores da Receita Federal. A ação exige a adoção de medidas para investigar o caso.
A representação é assinada pelo subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado. Ele cita investigações anteriores do STF, iniciadas por determinação do ministro Alexandre de Moraes, que instaurou um inquérito a partir de provocação da PGR.
A PGR concluiu em parecer que os dados sigilosos foram extraídos de forma fragmentada e seletiva, para produzir suspeitas artificiais contra autoridades públicas. O MP aponta necessidade de apuração formal pelo TCU.
Nesta terça (17), a Polícia Federal realizou buscas e apreensões em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, após relatório da Receita Federal ao STF sobre as informações vazadas. Os mandados foram cumpridos como parte das diligências.
Entre os alvos dos vazamentos está Viviane Barci, esposa de Moraes. Também ficou conhecido o uso de dados sobre um contrato do escritório da advogada com o Banco Master, avaliado em 129 milhões de reais, conforme o jornal O Globo.
A representação ainda depende de distribuição e reconhecimento de um ministro do TCU para iniciar formalmente a investigação. O pedido foi protocolado nesta quarta-feira (18).
Entre na conversa da comunidade