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Trump ameaça tarifas globais de 10% e critica juízes da Suprema Corte

Trump ameaça tarifa global de dez por cento e critica o Supremo por bloquear tarifas, elogiando dissidentes e preparando novas ações sob leis comerciais

Donald Trump answers questions during a press briefing held at the White House on 20 February 2026 in Washington DC.
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  • Trump ameaçou impor tarifas globais de 10% e afirmou que assinará uma ordem para ampliar tarifas, sob a seção 122 da Trade Act de 1974, além de abrir investigações para novas tarifas.
  • O presidente chamou as decisões do Supremo Tribunal que bloquearam suas tarifas de “disgrace to the nation” e afirmou que pretende usar outras autoridades legais.
  • Ele elogiou os três ministros que divergiram da maioria — Brett Kavanaugh, Clarence Thomas e Samuel Alito — e criticou Amy Coney Barrett e Neil Gorsuch.
  • Trump disse que há influência estrangeira na corte e que os detalhes serão revelados, sem apresentar evidências imediatas.
  • Ele manteve as tarifas sob a International Emergency Economic Powers Act (IEEPA) e afirmou que as tarifas previstas nas seções 232 e 301 continuam em vigor.

Donald Trump cobrou novas tarifas globais após questionar decisões do Supremo Tribunal: o presidente afirmou que pretende aumentar tarifas em 10% em todo o mundo e abriu caminho para investigações adicionais de práticas comerciais desleais. As declarações foram feitas em discurso na Casa Branca.

O presidente criticou os juízes que bloquearam o uso de tarifas por meio de autoridades legais existentes, chamando a decisão de desonrosa para a nação. Ele disse que o tribunal estaria influenciado por interesses estrangeiros e por um movimento político menor do que se imagina.

Trump elogiou três magistrados que discordaram da opinião majoritária, destacando Brett Kavanaugh como redator da dissidência, com apoio de Clarence Thomas e Samuel Alito. Segundo ele, os demais juízes, incluindo dois indicados por ele, teriam agido de forma contrária aos interesses dos EUA.

Durante o pronunciamento, o presidente afirmou que manteria tarifas já em vigor sob outras bases legais, enquanto sinalizou que o governo poderá usar novos fundamentos para ampliar tarifas. Ele afirmou possuir autoridade para impor medidas adicionais sem aprovação do Congresso.

O discurso também mencionou a autorização para manter tarifas já estabelecidas sob a Lei de Comércio — bem como ações previstas para investigar práticas comerciais consideradas injustas. O tom manteve-se de confronto com o Judiciário e com o que ele chama de influências externas.

Contexto jurídico e ações previstas

A empresa tributária prevista envolve o uso da seção 122 da Lei de Comércio de 1974, com potencial de elevar tarifas globalmente em 10%. Autoridades citadas pelo governo indicam que investigações sobre práticas comerciais desleais devem abrir espaço para novas tarifas sob diplomas legais existentes.

As declarações foram feitas na residência oficial, em meio a questionamentos sobre a independência do Judiciário e sobre possíveis impactos econômicos das medidas. Não houve indicação de confirmação de artifícios legais adicionais além dos já citados.

Oficina normativa: Trump mencionou ainda ferramentas previstas por leis antigas, incluindo dispositivos de 1962 e 1974, para manter ou ampliar tarifas. O objetivo, segundo o discurso, é reforçar a posição americana nas negociações comerciais internacionais.

As autoridades estiveram em alerta para esclarecer o alcance das medidas anunciadas e os critérios para futuras ações. O impacto econômico e político dessas tarifas ainda é alvo de análise de especialistas, que aguardam detalhamentos oficiais.

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