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Austrália apoia remover Andrew Mountbatten-Windsor da linha de sucessão

Austrália afirma apoiar qualquer proposta de retirar Andrew Mountbatten-Windsor da linha de sucessão, sujeita à lei e ao apoio dos países da Commonwealth

Andrew Mountbatten-Windsor’s arrest is an ‘extraordinary fall from grace’, Australian prime minister Anthony Albanese says.
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  • O governo australiano afirmou que apoiaria qualquer proposta para retirar Andrew Mountbatten-Windsor da linha de sucessão ao trono.
  • O primeiro-ministro Anthony Albanese escreveu ao premiê britânico Keir Starmer anunciando o respaldo do país, após a prisão do ex-príncipe por suspeita de conduta inadequada em cargo público.
  • Andrew Mountbatten-Windsor ocupa a oitava posição na linha de sucessão, mesmo tendo renunciado aos títulos em outubro; ele continua como conselheiro de estado.
  • A remoção exigiria lei do parlamento do Reino Unido e apoio de 14 países da Commonwealth onde o rei Charles III é chefe de estado, incluindo Austrália, Canadá e Nova Zelândia.
  • Buckingham Palace não impediria planos de retirar Mountbatten-Windsor da linha de sucessão, e o rei Charles III afirmou que a lei deve seguir seu curso.

O governo australiano informou que apoiaria qualquer proposta para remover Andrew Mountbatten-Windsor da linha de sucessão ao trono. A medida surge após a prisão do ex-príncipe, sob suspeita de má conduta no serviço público. A medida é discutida no Reino Unido, onde leis devem ser avaliadas.

O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, escreveu ao premier britânico, Keir Starmer, oferecendo apoio à mudança. A comunicação ocorreu enquanto o governo britânico prepara legislação para retirar o apoio de Mountbatten-Windsor à sucessão.

Mountbatten-Windsor é oitavo na linha de suces­s­são, atrás de William, Kate, George, Charlotte, Louis, e dos príncipes Harry e seus filhos. Ele renunciou aos títulos em outubro, após novas informações sobre ligações com Jeffrey Epstein.

A remoção exigiria lei do Parlamento Britânico e o consentimento de 14 países da Commonwealth, incluindo Austrália, Canadá e Nova Zelândia, onde o rei Charles III é chefe de Estado.

Albanese afirmou que a lei deve seguir seu curso e que o país leva as acusações a sério. Em março, o chefe de governo disse, em entrevista, que a prisão é uma queda extraordinária de status.

Buckingham Palace não teria entrado em resistência à eventual remoção, conforme reportado. O rei Charles III disse que a lei deve seguir seu curso, após a prisão do irmão de Andrew.

No passado, mudanças da linha de sucessão também foram apoiadas pela Commonwealth. Em 2011, países membros aprovaram alterações para favorecer a igualdade entre herdeiros, com mudanças em regras de casamento e de parentesco religioso.

Albanese, apesar de manter posição republicana, afirmou que a prisão de Mountbatten-Windsor não motiva um novo plebiscito sobre a relação da Austrália com um chefe de Estado estrangeiro. O referendo de 1999 não alcançou a maioria.

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