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Conselho orientado a opor-se às turbinas no Tweed Valley por serem incongruentes

Conselho de Borders aconselhado a opor-se ao parque eólico em Scawd Law, por impacto visual no Tweed Valley e risco a águias-douradas; decisão final do governo da Escócia

Councillors are being advised to oppose the plans near Walkerburn
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  • O Conselho de Borders, na Escócia, foi aconselhado a opor-se ao parque eólico de Fred Olsen Renewables, com oito turbinas em Scawd Law, próximo a Walkerburn.
  • A objeção se baseia no impacto visual no Tweed Valley e na alegação de informações insuficientes para demonstrar que o projeto não afetaria águias douradas e seus territórios.
  • A decisão ficará a cargo do governo da Escócia, com o conselho devendo votar em 2 de março.
  • A empresa afirma que o projeto traria um fundo comunitário de £ 8 milhões e várias oportunidades para a comunidade local.
  • RUN (Restoring Upland Nature) já havia se posicionando contra, citando risco às águias; a empresa disse manter diálogo aberto com as partes interessadas.

A Scottish Borders Council (SBC) está sendo aconselhada a opor-se ao projeto de parque eólico próximo a Walkerburn, no Tweed Valley. A empresa Fred Olsen Renewables planeja instalar oito turbinas em Scawd Law, nos Borders, com decisão final a cargo do governo da Escócia.

A objeção se baseia no impacto visual na paisagem e na alegação de que não há demonstração suficiente de que o empreendimento não afetaria águias-pernas-douradas. Os técnicos afirmam que o projeto pode destoar do cenário local e não compensar, visualmente, com ganhos significativos de energia.

A empresa sustenta que o projeto traria um fundo comunitário de 8 milhões de libras e beneficiaria a região com várias oportunidades. Ela aponta que realizou avaliações ornitológicas e afirma manter diálogo aberto com as partes interessadas.

Impacto visual e proteção de aves

A avaliação oficial ressalta que o desenho da linha de horizonte do Tweed Valley pode sofrer com as turbinas, especialmente para rotas como a Southern Upland Way. Também aponta informações insuficientes para comprovar que não haveria efeito adverso sobre as águias ou seus territórios.

Organizações ambientalistas locais, como RUN, criticam o estudo de impacto e reforçam a preocupação com a preservação das águias e de seus habitats. A SBC consulta-se com as partes interessadas antes de decidir.

Próximos passos e decisão

O conselho tem reunião marcada para 2 de março para deliberar sobre a oposição ao projeto. Caso a SBC mantenha o parecer desfavorável, o caso seguirá para o governo regional, que terá a última palavra sobre a aprovação ou rejeição. A empresa disse manter canais abertos de diálogo com a comunidade e autoridades.

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