- O ministro André Mendonça, relator do caso Master no STF, teve a segunda reunião com a Polícia Federal nesta segunda-feira, 23, para receber atualizações sobre a investigação.
- A PF apresentou aos delegados o andamento das apurações e a relação de processos da Operação Compliance Zero tramitando na Corte.
- Mendonça assumiu a relatoria do inquérito no dia 12, após a saída de Dias Toffoli.
- No dia 19, o ministro determinou a retomada do fluxo ordinário de perícias e depoimentos, revertendo a decisão de Toffoli.
- Nessa discussão inicial, Toffoli havia determinado o lacre de celulares e computadores, decisão revisada pela PF e pela PGR, com a autorização de apenas quatro peritos para a extração de dados.
Em nova reunião, a Polícia Federal informou ao ministro André Mendonça, relator do caso Master no STF, sobre o andamento da investigação envolvendo o Banco Master. O encontro ocorreu na tarde desta segunda-feira (23), no Supremo Tribunal Federal.
A PF apresentou um relato atualizado sobre o estágio das apurações e listou os processos da Operação Compliance Zero que tramitam na Corte, sob a relatoria do ministro. O STF ressaltou que a reunião teve como objetivo alinhar os passos seguintes da investigação.
Mendonça é o responsável pela relatoria desde o dia 12, após a saída do ministro Dias Toffoli. Em 19, o ministro determinou a retomada do fluxo ordinário de perícias e depoimentos, revertendo decisão anterior de Toffoli que havia lacrado celulares e computadores.
Contexto da operação
- A segunda reunião com a PF ocorreu após a primeira, quando Mendonça solicitou um balanço do que já havia sido feito pelas autoridades.
Desdobramentos processuais
- A PF e a PGR recorreram de medidas de lacre, com Mendonça autorizando apenas quatro peritos da PF a acompanhar a extração dos dados.
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