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Ayuso não respondeu ao pedido de reforçar caso de assédio grave em Móstoles

Comunidade de Madrid mantém caso de assédio em Móstoles enterrado; Ministério pediu ampliar investigação e ouvir o denunciado, mas tramitação estagnou

La presidenta de la Comunidad de Madrid, Isabel Diaz Ayuso a su llegada a la catedral ortodoxa griega de San Andrés y San Demetrio de Madrid, el 18 de enero.
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  • O Ministério da Função Pública pediu, em 19 de dezembro de 2024, ampliar a investigação sobre um caso de assédio sexual em Móstoles envolvendo um funcionário estatal, após receber declarações de cinco testemunhas; o acusado não foi ouvido.
  • O pedido foi enviado ao governo regional de Isabel Díaz Ayuso para garantir o direito de defesa, mantendo o caso parado até novas diligências.
  • Segundo registro citado, o despacho foi encaminhado à Consejería da Presidência da Comunidade de Madrid e abriu-se um procedimento para que o caso fosse concluído, com devolução da denúncia ao órgão responsável.
  • A Comunidade de Madrid afirma não ter recebido nenhuma comunicação do ministério; a versão sustenta que o expediente estaria sob avaliação local.
  • O contexto envolve o prefeito de Móstoles, Manuel Bautista, e Óscar López, ministro e secretário-geral do PSOE em Madrid, com imputações políticas entre PSO e PP sobre como o caso foi tratado.

A Comunidad de Madrid manteve silencio sobre o pedido do Ministério da Transformação Digital e da Função Pública de ampliar a investigação de um caso grave de assédio sexual em Móstoles. O pedido, feito em dezembro de 2024, buscava ouvir o acusado e ouvir mais testemunhas para garantir o contraditório.

Segundo informações obtidas peloEL PAÍS, o requerimento foi encaminhado à Consejería de Presidencia, chefiada por Isabel Díaz Ayuso. O documento devolvia a denúncia ao órgão competente para prosseguir com as diligências, mantendo a reserva de informações. O Ministério alegou necessidade de mais elementos.

Desdobramentos

A denúncia envolve um funcionário público estadual que trabalha na esfera local de Móstoles, mas com atuação nacional. Em dezembro de 2024, o Ministério pediu a ampliação da investigação para preservar o direito de defesa. O caso permanece sem continuidade aparente na gestão regional.

O PP, que controla Móstoles, negou recebimento de comunicação oficial do ministério, segundo resposta de uma porta-voz municipal. O episódio gerou tensão entre o governo regional, liderado por Ayuso, e o governo central. A reportagem aponta que, apesar de haver testemunhas, não houve oitiva formal do denunciado até o momento.

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