- A chapa de Flávio será formada com Rogério Lisboa, ex-prefeito de Nova Iguaçu, do Partido Progressista (PP).
- A confirmação foi dada pela assessoria de Flávio após reunião com lideranças do Partido Liberal (PL) no Rio de Janeiro.
- O atual governador Cláudio Castro pretende concorrer ao Senado; para isso, deve renunciar ao cargo no Palácio Guanabara em abril para registrar a pré-candidatura.
- O prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, da União, também disputará uma vaga no Senado.
- A eleição para o Senado é vista como crucial para a direita, pois pautas defendidas pelo bolsonarismo dependem de votos na Casa.
Flávio Bolsonaro definiu Rogério Lisboa como pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro, fortalecendo a chapa que terá o ex-prefeito de Nova Iguaçu no posto mais alto do estado. A confirmação veio pela assessoria do senador após reunião com lideranças do PL no Rio.
Segundo a apuração, Lisboa integra a dobradinha da aliança para oPlego estadual, consolidando apoio da sigla la onde atuam. A nomeação ocorre após conversas com diretórios locais do PL, que apontaram o ex-gestor como possível cabeça de chapa.
Cláudio Castro, atual governador, planeja disputar o Senado. Reeleito em 2022, ele deve deixar o governadorado em abril para registrar a pré-candidatura. Marcio Canella, prefeito de Belford Roxo, também busca vaga na Casa.
A expectativa é que a eleição ao Senado seja estratégica para a direita, dada a atuação de pautas defendidas por esse campo político no Congresso. Entre elas, há menções a temas como pedidos de impeachment de ministros do STF, com impacto potencial no cenário nacional.
No calendário eleitoral, Castro deverá formalizar a pré-candidatura ao Senado após a janela de desincompatibilização. A movimentação ocorre em meio a acordos regionais entre o PL e outras siglas, com foco em consolidar o apoio à dupla governista.
A definição de Lisboa como pré-candidato, segundo fontes, visa ampliar a capilaridade do grupo no interior e na região metropolitana. A expectativa é de que a chapa seja apresentada em próximos meses, mantendo o ritmo de alianças já observado pelo núcleo da base governista.
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