- Julio Iglesias ajuizou uma demanda de conciliação contra Yolanda Díaz, vice‑presidente do governo espanhol, por declarações que o qualificaram de “abusador sexual”.
- Os advogados do cantor afirmam que Díaz fez manifestações injuriosas, atribuindo diretamente a ele a condição de abusador sexual e citando supostas trabalhadoras em condição de “escravidão”.
- A ação pede retratação, reconhecimento do dano causado e indenização conforme a extensão da difusão das acusações.
- A demanda ocorre em meio a acusações apresentadas por duas ex-funcionárias, cuja denúncia à fiscalía foi arquivada por falta de competência.
- O passo de conciliação é requisito prévio para eventual ação judicial por calúnia ou injúria.
O cantor Julio Iglesias acionou Yolanda Díaz, vice-presidente do Governo da Espanha, em uma demanda de conciliação. O objetivo é que a ministra se retrate e reconheça o dano causado em críticas publicadas nas redes sociais e em entrevistas.
Segundo o documento da defesa, Díaz teria feito declarações injuriosas ligando Iglesias a acusações de agressões sexuais, atribuindo direta- mente ao artista a condição de abusador e mencionando uma suposta estrutura de poder baseada na agressão.
As acusações de Iglesias decorrem de denúncias feitas por duas ex-funcionárias, que teriam sido encaminhadas à Fiscalía da Audiencia Nacional, a qual arquivou o caso por falta de competência. A ação exige ainda indenização pelos danos.
Contexto legal e próximos passos
Os advogados do cantante afirmam que o passo inicial é a conciliação, necessária antes de eventual ação por calúnias. O objetivo é obter retratação, reconhecimento do dano e indenização fixada pelo tribunal conforme a difusão do conteúdo injurioso.
Em caso de novas informações, o caso pode evoluir com desdobramentos judiciais. A imprensa continuará acompanhando a defesa e a posição de Díaz, sem adotar julgamentos prévios.
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