- Rodrigo Bacellar pediu renovação de licença do mandato na Alerj, que vai de 28 de fevereiro a 5 de março, citando assuntos de caráter particular e solicitando desconto em folha pelos dias de sessões.
- Este é o terceiro pedido de licença desde dezembro; os anteriores foram de 10 de dezembro a início do ano legislativo e de 3 a 11 de fevereiro.
- O Rio pode ficar sem governador e vice em abril, caso Cláudio Castro se candidate ao Senado, o que exigiria saída do cargo seis meses antes; a vacância seria agravada pela indicação do vice Thiago Pampolha ao TCE.
- Ontem foi anunciado Douglas Ruas como pré-candidato ao governo; Rogério Lisboa (PP) seria seu vice, com o palanque incluindo o senador Flávio Bolsonaro (PL).
- Ruas disputará o governo do estado contra Eduardo Paes (PSD), que deve deixar a prefeitura no dia 20 de março para concorrer ao governo.
Rodrigo Bacellar pediu a renovação da licença do mandato na Alerj, com validade de 28 de fevereiro a 5 de março. O pedido foi motivado por assuntos de caráter particular, e inclui desconto em folha pelos dias de sessões.
A licença já é a terceira desde dezembro. A primeira ocorreu em 10 de dezembro, válida até o início do ano legislativo. A segunda foi em 3 de fevereiro e vigorou até 11 de fevereiro.
Alerj continua sem o presidente afastado, enquanto o processo segue em tramitação. O cenário envolve decisões sobre governança estadual e o retorno eventual de Bacellar aos trabalhos.
Cenário político do Rio será definido no curto prazo
O estado pode ficar sem governador e sem vice em abril, devido a planos de Cláudio Castro para disputar o Senado em outubro. A saída do cargo exigiria uma vacância dupla, com Thiago Pampolha já indicado ao TCE.
Ontem, Douglas Ruas foi anunciado como pré-candidato ao governo; Rogério Lisboa será seu vice. O palanque deve contar com o senador Flávio Bolsonaro como apoiador.
Ruas disputaria o governo contra Eduardo Paes, que deve deixar a prefeitura do Rio no dia 20 para a candidatura ao governo estadual. A eleição indireta prevista para o primeiro semestre escolheria um mandato tampão.
Eleições indiretas no horizonte
O pleito indireto, que ocorre antes de dezembro, busca uma liderança temporária à frente do Executivo. O objetivo é manter a governabilidade até que novas escolhas ocorram no fim do ano. O processo deve ocorrer sem propaganda oficial.
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