- A CPI mista do INSS aprovou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, nesta quinta-feira (26).
- A ação mira suspeita de atuação como “sócio oculto” de Antônio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, conforme reportagens.
- A sessão terminou com confusão e empurra-empurra entre governistas e membros da mesa, com pessoas precisando ser separadas.
- A justificativa envolve mensagens interceptadas em que Camilo indica tratar-se do filho do presidente como destinatário de pagamento de R$ 300 mil.
- A CPMI também aprovou requerimentos de quebra de sigilo do Banco Master e a convocação do ex-CEO Augusto Ferreira Lima.
A CPI mista do INSS aprovou nesta quinta-feira a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”. A medida mira o filho do presidente Lula em apuração sobre possíveis vínculos com negócios envolvendo o INSS.
A sessão ocorreu em Brasília e foi marcada por tumulto entre governistas e oposicionistas. Integrantes da mesa precisaram ser separados após discussões durante a votação.
Conforme o relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), o pedido de quebra de sigilos decorre de suspeitas de que Lulinha atuaria como “sócio oculto” de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.
O relator citou mensagens interceptadas em que Camilo, ao ser questionado sobre um pagamento de R$ 300 mil a uma empresa, mencionou “o filho do rapaz”, sugerindo a relação com o deputado.
A CPMI aprovou ainda requerimentos para o Banco Master, incluindo a quebra de sigilo bancário e fiscal da empresa envolvida, além da convocação do ex-CEO Augusto Ferreira Lima para prestar esclarecimentos.
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