- A desaprovação ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva chegou a 52% em fevereiro, ante 50,6% em janeiro.
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- A aprovação ficou em 45%, e não sabe/não opinou em 3%.
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- O levantamento ouviu 2.080 pessoas em 159 municípios entre 22 e 25 de fevereiro, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e confiança de 95%.
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- A pior avaliação ocorre entre homens de 25 a 59 anos com ensino médio ou superior, com destaque para a região Sul (62,8%).
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- Na região Nordeste, Lula tem avaliação positiva de 59,2% contra 37,9% negativa.
O Paraná Pesquisas divulgou nesta sexta-feira (27) os resultados de uma sondagem sobre a avaliação do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A desaprovação chegou a 52% em fevereiro, contra 50,6% em janeiro, e a aprovação ficou em 45%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com 95% de confiança. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07974/2026.
O levantamento aponta que a desaprovação vem em ascensão desde novembro do ano passado, quando atingiu 50,9% após 49,2% em outubro. Em fevereiro, 3% não souberam opinar ou não opinaram. O índice de avaliação péssima cresceu para 36,2%, frente a 34,3% em janeiro.
A amostra foi de 2.080 pessoas em 159 municípios do Brasil, coletada entre 22 e 25 de fevereiro. O estudo revela variações regionais importantes, com maior desaprovação no Sul (62,8%), seguido por Norte/Centro-Oeste (58,2%) e Sudeste (55,1%). No Nordeste, Lula registra saldo positivo: 59,2% aprovam, 37,9% desaprovam.
Entre os recortes demográficos, a desaprovação é mais expressiva entre homens de 25 a 59 anos, com escolaridade de ensino médio ou superior. Na avaliação global, apenas 19,8% consideram a gestão boa e 12,8% ótima, enquanto 22,5% avaliam como regular e 7,3% ruim.
A sondagem detalha ainda que a avaliação péssima supera as demais quedas, ainda que as faixas de avaliação apresentem variações. Não houve alterações significativas no recorte de faixa etária além do observado, com tendência de deterioração da imagem do governo no último trimestre.
A pesquisa confirma uma tendência de queda na aprovação e de subida na desaprovação desde o fim de 2025, com variações regionais marcantes e impacto maior entre grupos específicos. Os dados divulgados ajudam a mapear o cenário político para o período.
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