- O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, anunciou que deixará o cargo em abril para disputar o Senado.
- Em caso de renúncia, assumirá o cargo o vice-governador Ricardo Ferraço (PSDB).
- Casagrande está no terceiro mandato como governador, tendo sido eleito em 2011, 2019 e 2022; o mês de março será dedicado à transição.
- O PT aposta em Casagrande para o Senado e pretende investir em alianças em estados para compensar votações desfavoráveis em regiões críticas.
- Casagrande afirmou ser contra impeachment de Alexandre de Moraes e criticou Executivo, Legislativo e Judiciário por dificultarem o progresso e gastarem com privilégios, incluindo no Judiciário.
O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, anunciará em abril a saída do cargo para disputar o Senado. O vice-governador Ricardo Ferraço (PSDB) assumirá o comando do estado. Casagrande está no terceiro mandato, reeleito em 2011, 2019 e 2022. O mês de março será dedicado à transição, com afastamentos de outros nomes do governo para o pleito.
A informação de que o PT aposta na candidatura de Casagrande para o Senado foi divulgada por fontes de jornalismo político, incluindo a colunista Thais Bilenky, do portal UOL. A estratégia do partido visa ampliar alianças para compensar votações mais fracas em certas regiões.
Casagrande já sinalizou posicionamentos políticos ao longo de sua gestão, incluindo temas institucionais e prioridades nacionais, sem favorecer impeachment de ministros. Em entrevista recente, ele criticou obstáculos entre os poderes da República para a construção de estabilidade fiscal.
No âmbito do Judiciário, o governador comentou sobre percepções de corporativismo e a criação de benefícios para o Poder Judiciário. Segundo ele, as medidas adotadas por alguns dirigentes caminham para privilégios dentro do sistema, segundo leitura dele sobre o cenário institucional.
Estrutura política e diálogo institucional
A transição em março e a nomeação de Ferraço como substituto devem organizar a agenda de governo até abril. A condução do estado durante o processo eleitoral permanece sob o foco de autoridades locais, com avaliação de impactos na gestão pública.
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