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STF julga em março temas como Parada LGBT e monitoramento de parlamentares

STF julga em março participação de menores em paradas LGBT, aposentadoria de servidores, penduricalhos e monitoramento de parlamentares e jornalistas

Foto: Gustavo Moreno/STF
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  • STF começa em 4 de março análise sobre lei do Amazonas que proíbe a participação de crianças e adolescentes em paradas do orgulho LGBTQIAPN+, com multa pela exposição sem autorização judicial.
  • No mesmo dia, o tribunal avalia se a aposentadoria compulsória de servidores que atuam em consórcios, empresas e subsidiárias pode ser aplicada imediatamente ou precisa de lei complementar.
  • Ainda em 4 de março, o STF recebe ação do PSDB que pede perda de mandato por infidelidade partidária para ocupantes de cargos majoritários que se desfiliam sem causa.
  • Em 11 de março, magistrados discutem monitoramento de redes sociais de parlamentares e jornalistas pela gestão da Presidência durante o governo de Jair Bolsonaro, além de discutir anistia a partidos que não cumpriram cotas raciais e de gênero.
  • Em 25 de março, o plenário analisa decisões que suspenderam pagamentos de penduricalhos a servidores dos três Poderes e discute a equiparação de diárias e a licença-prêmio ou indenização por não utilização.

O Supremo Tribunal Federal vai julgar, em março, ações sobre a participação de crianças e adolescentes em paradas do orgulho LGBTQIAPN+, aposentadoria compulsória de servidores públicos e as liminares que suspenderam o pagamento de chamados penduricalhos a trabalhadores dos três Poderes. A pauta inclui ainda decisões sobre monitoramento de parlamentares e jornalistas pela gestão de um ex-presidente.

Os julgamentos ocorrirão no plenário físico. O STF inicia em 4 de março com a análise de uma lei do Amazonas que proíbe a participação de menores em eventos públicos e impõe multa pela exposição de crianças sem autorização judicial. Também nessa data entra em pauta a aplicabilidade imediata da aposentadoria compulsória para ocupantes de cargos em consórcios e empresas estatais.

Ao longo do mês, outros temas entram em pauta: infidelidade partidária para perda de mandato; monitoramento de redes por órgãos do governo; e a viabilidade de cotas raciais e de gênero em eleições anteriores a 2022. No fim de março, o tribunal deve discutir a equiparação de diárias entre magistrados e membros do Ministério Público, além de a licenças e indenizações por desacesso de licença-prêmio.

Pauta sobre paradas, penduricalhos e aposentadoria

A ênfase inicial fica nas duas ações sobre a lei amazonense e na discussão sobre o pagamento de penduricalhos sem previsão legal a servidores. O STF também examina se a regra de aposentadoria compulsória pode ser aplicada de forma imediata ou se depende de lei complementar.

Monitoramento e medidas administrativas

Ainda em março, haverá análise de ações que questionam o monitoramento de parlamentares e jornalistas durante o governo anterior. Outros itens discutem regras de nepotismo em nomeações de cargos políticos e a extensão de normas de fidelidade partidária a cargos majoritários.

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