- Marina Silva afirmou que é possível aliar crescimento do agronegócio à conservação ambiental, citando pesquisa básica do governo brasileiro como base da conciliação.
- Ela destacou o plantio direto, desenvolvido pela Embrapa, como exemplo de prática que aumenta produtividade sem ampliar a fronteira agrícola.
- A ministra disse que o desmatamento pode cair mesmo com expansão da produção, apontando que o sistema mostra ganho de produtividade sem destruição de florestas.
- Segundo ela, o Brasil pode atingir em 2026 o menor índice de desmatamento na Amazônia desde o início do monitoramento por satélite, em 1985; mencionou queda de cinquenta por cento nas taxas no estado amazônico e de trinta e dois por cento no país.
- O discurso ocorreu na abertura do congresso promovido pela Enamat, pelo Tribunal Superior do Trabalho e pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho, que segue até 4 de março com debates sobre trabalho, tecnologia, plataformas e clima.
A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, afirmou que é viável aliar o crescimento do agronegócio à conservação ambiental. A fala ocorreu durante o evento promovido pela Enamat e pelo TST, em Brasília, na segunda-feira, 2 de março de 2026.
Ela destacou a importância de investir em pesquisa básica para sustentar a conciliação entre produção e proteção ambiental, citando a Embrapa e o plantio direto como exemplo de prática que reduz impactos no solo.
Segundo Marina, o Brasil pode atingir o menor índice de desmatamento na Amazônia desde 1985, data de início do monitoramento por satélite. A ministra também apontou queda de 50% nas taxas de desflorestamento na Amazônia e 32% no país sob o governo Lula.
Congresso no TST
O discurso abriu o congresso “Diálogos internacionais: Relações de Trabalho na Sociedade Contemporânea”, promovido pela Enamat, pelo TST e pelo CSJT. Abertura contou com participação de autoridades do STF, TST e STM.
O encontro em Brasília reúne acadêmicos, pesquisadores e magistrados para debater as relações de trabalho na atualidade. O evento segue até quarta-feira, 4 de março, com conferências sobre direito trabalhista, tecnologia, pejotização e governança.
Temas e debates
Entre os temas em debate, estão transformações tecnológicas, inteligência artificial, plataformização, relações sindicais, clima e governança. Painéis e palestras devem abordar impactos da tecnologia e do ambiente de trabalho na sociedade contemporânea.
A programação contempla ainda debates sobre direitos trabalhistas, incidência de novas modalidades de contratação e impactos ambientais no setor produtivo, com foco em políticas públicas e práticas empresariais.
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