- Vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin afirmou que deve deixar o Ministério da Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços no começo de abril, prazo previsto pela legislação eleitoral.
- A decisão foi comunicada durante agenda oficial no Espírito Santo, onde afirmou que a definição sobre candidaturas, inclusive para o governo de São Paulo, será discutida mais adiante.
- Entre os possíveis candidatos ao governo de São Paulo citados por Alckmin estão Fernando Haddad (Ministro da Fazenda), Márcio França (Ministro do Empreendedorismo) e Simone Tebet (Ministra do Planejamento).
- Alckmin mencionou que a desincompatibilização deve ocorrer no dia 2 de abril; questionado sobre permanecer na vice-presidência em uma eventual chapa com o presidente Lula, disse que a decisão será tomada no futuro.
Geraldo Alckmin reiterou que deve deixar o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços em abril, cumprindo o prazo de desincompatibilização previsto pela legislação eleitoral. A declaração aconteceu durante agenda oficial no Espírito Santo nesta sexta-feira (6).
Segundo o vice-presidente, a definição sobre candidaturas, inclusive para o governo de São Paulo, será discutida posteriormente. Ele enfatizou que a desincompatibilização será concluída no prazo legal, enquanto permanece na vice-presidência sem necessidade de afastamento.
Por fim, Alckmin citou potenciais nomes para disputar o governo paulista, entre eles o ministro da Fazenda, Fernando Haddad; o ministro do Empreendedorismo, Márcio França; e a ministra do Planejamento, Simone Tebet. Ele ressaltou que o conjunto de alternativas está sob avaliação.
Agenda no Espírito Santo
Durante a visita ao estado, em Colatina, foram inaugurados serviços de radioterapia no Hospital e Maternidade São José e entregues ambulâncias do Samu 192 e unidades odontológicas móveis. Em Linhares, foi entregue o serviço de radioterapia do Hospital Rio Doce.
As ações fazem parte do Novo PAC da Saúde, no âmbito do programa Agora Tem Mais Especialistas, do governo federal. A agenda contou com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, além de autoridades locais.
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