- Eduardo Leite oficializou, em manifesto publicado na X, a pré-candidatura à Presidência em 2026, disputando a indicação do PSD com Ratinho Júnior e Ronaldo Caiado.
- O governador defende responsabilidade fiscal, combate à corrupção e reformas para reduzir a fragmentação política e aumentar a governabilidade.
- Aponta a necessidade de superar a polarização entre Lula e Bolsonaro e promover um novo ciclo de desenvolvimento com uma reconstrução estratégica.
- Afirma que a estabilidade econômica é essencial para manter o poder de compra dos mais pobres, defendendo revisão de gastos ineficientes e simplificação do sistema tributário.
- A pesquisa Atlas/Bloomberg de fevereiro aponta Leite com 1,6% das intenções de voto, atrás de Lula (45,3%), Flávio Bolsonaro (39,1%), Romeu Zema (5,7%) e Renan Santos (3,7%).
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), oficializou nesta sexta-feira, 6, sua pré-candidatura à Presidência da República. O anúncio ocorreu por meio de um manifesto publicado na rede social X, no qual Leite afirma que discute a construção de um novo ciclo de desenvolvimento para o país.
Leite concorre pela indicação do PSD com dois outros nomes mencionados como possíveis concorrentes: Ratinho Júnior, governador do Paraná, e Ronaldo Caiado, governador de Goiás. O texto defende responsabilidade fiscal e o fim da polarização entre Lula e Bolsonaro como fundamentos para a retomada do crescimento.
Entre os objetivos, o governador gaúcho aponta a reconstrução da governabilidade, reformas institucionais para reduzir a fragmentação política e maior previsibilidade para atrair investimentos. O manifesto também enfatiza combate à corrupção, melhoria do sistema tributário e revisão de gastos ineficientes. A mensagem reforça que a questão fiscal é parte da proteção social, preservando o poder de compra dos mais pobres.
Manifesto e cenário político
Segundo o presidente do PSD, Kassab, a definição sobre o candidato à Presidência fica para abril. Em pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada em fevereiro, Leite apresentava 1,6% das intenções de voto, ficando atrás de Lula (45,3%), Flávio Bolsonaro (39,1%), Romeu Zema (5,7%) e Renan Santos (3,7%). As informações ajudam a entender o contexto da candidatura e as expectativas internas do partido.
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