- O ministro Alexandre de Moraes arquivou a investigação contra a irmã do kid preto Rodrigo Bezerra de Azevedo, Dhebora Bezerra de Azevedo, por considerar a conduta de insignificante penalmente.
- Moraes liberou visitas ao militar, que estavam suspensas desde o episódio; apenas Dhebora seguia vetada de frequentar o batalhão, conforme a definição da decisão.
- A Polícia Federal informou que Dhebora admitiu ter levado os aparelhos por livre vontade, mesmo sendo agente da Polícia Civil do Ceará e sabendo do caráter ilícito, mas a investigação foi encerrada por considerar o delito de menor potencial ofensivo.
- Em vinte e oito de dezembro de dois mil e vinte e quatro, Dhebora tentou entregar ao irmão fone de ouvido, cabo USB e cartão de memória escondidos dentro de uma panetone lacrada, detectados pelo detector de metais do batalhão.
- Rodrigo Bezerra de Azevedo está preso no Comando Militar do Planalto desde novembro de dois mil e vinte e quatro, e é suspeito de participação em plano para matar o presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes; o esquema teria sido elaborado no fim de dois mil e vinte e dois.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, arquivou a investigação contra Dhebora Bezerra de Azevedo, irmã do detido Rodrigo Bezerra de Azevedo, conhecido como kid preto. Ela tentou entrar no batalhão onde ele está preso com aparelhos escondidos em uma caixa de panetone. A ação foi considerada de menor relevância.
Moraes também liberou as visitas de Dhebora, que estavam suspensas desde o episódio. A Procuradoria Geral da República havia se manifestado pelo envio dos autos à primeira instância, mantendo a decisão do STF para encerrar a apuração.
Segundo a Polícia Federal, Dhebora admitiu em depoimento ter levado os aparelhos por livre vontade, mesmo sendo agente da Polícia Civil do Ceará e ciente da ilicitude. O caso ocorreu no fim de 2024, quando os itens foram apreendidos no batalhão.
Contexto do caso
Em 28 de dezembro de 2024, Dhebora tentou entregar ao irmão fone de ouvido, cabo USB e cartão de memória, escondidos em panetone lacrado. O pacote passou pelo detector de metais do batalhão, levando à apreensão dos objetos e à suspensão das visitas.
Azevedo está detido no Comando Militar do Planalto desde novembro de 2024. Ele é suspeito de participação em um esquema ligado a planos para atentar contra o presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Moraes. A PF aponta que o suposto plano foi elaborado no final do governo Bolsonaro, em 2022.
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