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Toffoli: quebras de sigilo de Vorcaro chegaram ao STF após saída do caso Master

Toffoli diz que quebras de sigilo bancário e fiscal aconteceram a pedido da PGR, antes de deixar a relatoria, e STF só recebeu material depois

Ministro Dias Toffoli durante sessão plenária do STF
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  • O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, divulgou um histórico das investigações sobre o Banco Master para mostrar que não se omitiu quando era relator do caso.
  • Segundo a nota, a Procuradoria-Geral da República avocou o processo em cinco de janeiro e deferiu parcialmente pedidos da Polícia Federal, exceto a prisão de Daniel Vorcaro.
  • Em seis de janeiro, Toffoli afirmou ter deferido centenas de pedidos de quebra de sigilo bancário e fiscal, além de buscas e apreensões, prisão temporária de Fabiano Zettel e o sequestro de mais de R$ 2 bilhões, a pedido da PGR.
  • A operação foi realizada em quatorze de janeiro; até doze de fevereiro, quando deixou a relatoria, nenhum material havia sido encaminhado ao STF.
  • O ministro disse que, enquanto esteve à frente das investigações, atendeu todas as medidas requisitadas pela PGR e pela Polícia Federal; as investigações seguiram normalmente, sem pedidos de nulidade acolhidos; a escolha para a relatoria ocorreu por sorteio, em vinte e oito de novembro de dois mil e vinte e cinco, com diligências incluindo depoimentos de investigados.

O gabinete do ministro Dias Toffoli, do STF, divulgou um histórico das investigações sobre o Banco Master para esclarecer que ele não se omitiu enquanto era relator do caso. A divulgação ocorre após prisões determinadas por André Mendonça e a divulgação de diálogos entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes.

A nota afirma que, em 5 de janeiro, a PGR avocou o caso em São Paulo e deferiu parcialmente pedidos da Polícia Federal, sem atender à prisão de Vorcaro. Para a PGR, apenas a manutenção das medidas cautelares seria suficiente.

No dia seguinte, Toffoli diz ter deferido centenas de pedidos de quebra de sigilo bancário e fiscal, buscas, prisões temporárias de Fabiano Zettel e o sequestro de bens superiores a R$ 2 bilhões, atendendo a solicitação da PGR.

A operação ocorreu em 14 de janeiro. Segundo o ministro, até 12 de fevereiro, quando deixou a relatoria, nenhum material havia sido encaminhado ao STF. Ele acrescenta que todas as medidas foram aprovadas pela PGR e pela Polícia Federal.

Toffoli informou ainda que recebeu a relatoria por sorteio em 28 de novembro de 2025 e, em 15 de dezembro, determinou diligências, incluindo depoimentos de investigados.

Contexto e próximos desdobramentos

A divulgação busca esclarecer o fluxo das decisões durante a investigação, destacando o papel do então relator no período inicial. Não houve afirmação de nova etapa processual no STF até o momento. A Polícia Federal e a PGR seguem monitorando os desdobramentos do caso.

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