- Quaest aponta 51% de desaprovação e 44% de aprovação do governo de Lula, com 5% sem resposta.
- Desaprovação subiu de 49% em fevereiro e janeiro para 51%; pico havia sido 57% em maio, e a diferença entre desaprovação e aprovação cresceu para sete pontos.
- Nas mulheres, pela primeira vez desaprovação (48%) ficou acima da aprovação (46%). Entre 16 a 34 anos, desaprovação subiu de 50% para 56%.
- Nordeste tem a maior aprovação, em 65%; demais regiões apresentam desaprovação mais alta (Sudeste 58%, Sul 60%, Centro-Oeste/Norte 59%).
- Em cenário eleitoral, Lula e Flávio Bolsonaro empataram no segundo turno, com 41% cada; 59% dizem que Lula não deve continuar no cargo e 37% disseram sim.
A Quaest divulgou nesta quarta-feira (11) uma pesquisa que mostra piora na avaliação do governo Lula (PT). O levantamento aponta 51% de desaprovação e 44% de aprovação, com 5% de indecisos. O estudo foi feito com 2.004 pessoas, entre 6 e 9 de março, em todo o Brasil, e tem margem de erro de dois pontos percentuais.
A pesquisa mostra que a diferença entre desaprovação e aprovação aumenta, saindo de um ponto em dezembro para sete pontos neste mês. O índice de desaprovação subiu de 49% para 51%, enquanto a aprovação caiu de 47% para 44%.
Entre as mulheres, pela primeira vez a desaprovação (48%) supera a aprovação (46%). O eleitorado feminino é considerado crucial para a disputa presidencial, na qual Lula busca a reeleição.
Entre jovens de 16 a 34 anos, a desaprovação subiu de 50% para 56%. O Nordeste continua com a maior aprovação, em 65%, enquanto as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste/Norte registraram maiores índices de desaprovação (58%, 60% e 59%, respectivamente).
Avaliação do governo
A avaliação negativa voltou a 43%, igualando patamar de maio de 2025. A avaliação positiva ficou em 31% e a regular, em 25%. Não souberam/não responderam somaram 1%.
Lula merece continuar?
Quando questionados se Lula merece continuar à frente do país, 59% afirmaram não, 37% disseram sim, e 4% não souberam responder.
Situação da economia
Sobre a economia nos últimos 12 meses, 48% disseram que piorou, 24% afirmaram que melhorou e 26% que ficou estável. Em perspectivas para os próximos 12 meses, 41% esperam melhora, 34% acreditam que vai piorar e 21% acham que ficará igual.
A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos. Os resultados refletem percepções de eleitores em diferentes perfis, com foco na avaliação do governo e nas intenções de voto para a eleição.
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