- Relator André Mendonça deve prorrogar o inquérito do Banco Master por pelo menos quarenta dias, pois ainda está na fase inicial.
- O prazo originalmente previsto por Dias Toffoli terminava nesta semana, mas a PF pediu continuidade por mais sessenta dias.
- A maior parte dos celulares apreendidos ainda não passou por perícia, e novas diligências devem surgir com os trabalhos.
- A mudança de comando ocorreu com Mendonça assumindo a relatoria, em parceria com a Polícia Federal, no caso que envolve o banqueiro Daniel Vorcaro.
- A possibilidade de delação premiada de Vorcaro pode ser complexa, com potencial alcance aos três poderes, exigindo provas além de relatos de fraudes e de apoio político.
O ministro André Mendonça prorrogou o inquérito que apura fraudes no Banco Master. O motivo: a investigação ainda está na fase inicial e há grande quantidade de material a ser analisado pela Polícia Federal. O prazo anterior vencería nesta semana.
A decisão, que envolve a mudança de comando da relatoria, manteve Mendonça como responsável pela instrução. A PF avalia que novas diligências devem ser solicitadas, com base no volume de telefones apreendidos ainda sem periciamento.
A investigação envolve o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master. Ele está preso após derrota no STF e pode fechar delação premiada. O acordo pode exigir que ele detalhe esquemas de apoio político e fraude, entre outros pontos.
Nova prorrogação e fase inicial
A prorrogação mínima é de 60 dias. Segundo fontes, o objetivo é aprofundar a apuração e esclarecer pontos ainda obscuros, com expectativa de revelação de novas provas a partir das perícias.
Possível delação de Vorcaro
Observa-se expectativa de que Vorcaro, ao mudar de advogado, busque acordo de colaboração. A apuração pode ganhar ritmo se houver delação que envolva terceiros, com desdobramentos nos três poderes.
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