- O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro permanece internado no hospital DF Star com pneumonia bacteriana bilateral decorrente de broncoaspiração.
- Ontem, no período vespertino, foi transferido para uma nova acomodação em terapia intensiva, mais adequada ao quadro clínico atual.
- Houve melhora clínica e laboratorial nas últimas 24 horas, com nova queda nos marcadores inflamatórios.
- Segue em antibioticoterapia endovenosa, suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora; não há previsão de alta da UTI.
- A defesa pediu a Moraes que reveja a decisão de prisão domiciliar humanitária, citando o prontuário e atraso no atendimento pela Polícia Militar do Distrito Federal.
Jair Messias Bolsonaro continua internado no DF Star, em Brasília, após apresentar febre e calafrios na última sexta-feira. Os exames mostram melhora, mas não há previsão de alta. O quadro envolve pneumonia bacteriana bilateral decorrente de broncoaspiração.
O ex-presidente foi transferido, na tarde de ontem, para uma unidade de terapia intensiva mais adequada ao estágio atual. O boletim médico aponta queda nos marcadores inflamatórios e manutenção de antibioticoterapia endovenosa, além de suporte clínico e fisioterapia.
Apesar da evolução, os médicos destacam que a alta ainda não tem data. A rapidez do agravamento foi citada como ponto relevante para a avaliação clínica contínua. A defesa pediu revisão de decisão judicial para prisão domiciliar humanitária, com base no prontuário médico.
Situação médica
A nota médica informa tratamento com antibióticos potentes, monitoramento laboratorial e suporte respiratório. O objetivo é combater a infecção sem comprometer a função renal. Não houve informações sobre complicações adicionais até o momento.
No comunicado, é destacado que Bolsonaro permanece sob cuidados especializados, com acompanhamento contínuo da equipe médica do hospital. A internação ocorre em meio a desdobramentos legais envolvendo a decisão sobre prisão.
Ações judiciais
A defesa solicita que o ministro Alexandre de Moraes reavalie a decisão de manter Bolsonaro sob custódia, buscando prisão domiciliar humanitária. A defesa cita o prontuário médico e a alegada demora no atendimento pelo 19º Batalhão da Polícia Militar, conforme relatório médico.
A decisão de Moraes pode incluir nova perícia ou manifestação da PGR. A Polícia Federal já concluiu que não há impedimento para a permanência na cadeia, desde que haja assistência médica contínua. A análise aguarda encaminhamentos do ministro.
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