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Lula diz que buscará reeleição e deixa destino de Alckmin incerto

Lula afirma que pretende disputar em 2026; vaga de vice fica em aberto para Alckmin, com discurso de lealdade e estratégia para ampliar apoio

O presidente Lula voltou a afirmar nesta 5ª feira (19.mar) que pretende ser candidato nas eleições deste ano
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  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou novamente que pretende ser candidato à presidência em 2026, buscando seu quarto mandato no Palácio do Planalto.
  • Lula escreveu que a vaga de vice está aberta para Geraldo Alckmin, após conversas com o aliado na semana.
  • O ato ocorreu durante evento do PT no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo (SP), com Haddad anunciando pré-candidatura ao governo de São Paulo.
  • Lula lembrou que Alckmin já derrotou o PT em São Paulo em quatro ocasiões e citou a possibilidade de manter Alckmin na chapa, possivelmente substituindo Haddad como vice ou visando o Senado.
  • O petista destacou que não pretende retomar o slogan “Lulinha paz e amor” e reiterou apoio a uma chapa que permita “colher mais frutos” com Alckmin.

Ontem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou novamente que pretende concorrer às eleições de 2026. O anúncio ocorreu durante evento do PT em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, com participação de aliados próximos e ministros.

Lula, de 80 anos, deixou claro que a candidatura permanece em aberto e que pode manter o PT no Palácio do Planalto. O tom foi eleitoral, durante discurso ao lado do vice, Geraldo Alckmin, e do ex-ministro Fernando Haddad.

O chefe do Executivo confirmou que a vaga de vice pode ficar com Alckmin. Questionado sobre o tema, Lula disse que ficaria feliz em tê-lo como companheiro de chapa novamente.

Entre as hipóteses, Lula comentou que pode explorar a presença de Alckmin na chapa para ampliar apoio no Senado. A fala sugere flexibilidade sobre a composição de alianças para 2026.

Durante o evento, Haddad foi apresentado como pré-candidato ao governo de São Paulo. A cerimônia contou com a presença de ministros e lideranças do PT.

Além de Haddad, participaram da agenda o ministro da Educação, Camilo Santana, o ministro Guilherme Boulos (PSOL), o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, o ministro de Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, e o presidente do PT, Edinho Silva.

O tom do encontro foi de mobilização e avaliação de cenários eleitorais. A ocasião também marcou o afastamento gradual do slogan anterior do PT, “Lulinha paz e amor”, em respeito às novas estratégias da coalizão.

No conjunto, o discurso reforçou a possibilidade de Lula disputar a reeleição e abriu conversas sobre a posição de Alckmin na chapa, sem confirmar decisões finais neste momento. O governo destacou a necessidade de manter a unidade entre aliados na preparação da campanha.

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