- O senador Flávio Bolsonaro criticou medidas do governo Lula para conter a alta dos combustíveis, citando aumento de impostos em meio à crise provocada pela guerra no Irã.
- Ele afirmou que a desoneração dos impostos federais PIS e Cofins pode agravar a situação econômica e gerar insegurança no setor.
- Flávio também recusou a criação de um imposto de exportação sobre o petróleo de 12%, afirmando que a medida é uma intervenção no mercado e não resolve o problema dos preços.
- O governo aposta que taxar as exportações aumentará a oferta interna e estimulará as refinarias; em 2025, as exportações brasileiras de petróleo somaram US$ 44,6 bilhões.
- O senador ainda criticou a relação com caminhoneiros e disse que o aumento do diesel nas refinarias anulou os efeitos das medidas de alívio tributário; projetou uma linha econômica similar à de Jair Bolsonaro, com controle de gastos e redução de impostos.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou as medidas do governo de Luiz Inácio Lula da Silva para conter a alta dos combustíveis, apontando aumento de impostos em meio à crise internacional provocada pela guerra no Irã. Segundo ele, a desoneração de PIS e Cofins pode agravar a situação econômica e gerar insegurança no setor.
Ele também rejeitou a criação de um imposto de exportação sobre o petróleo de 12%, afirmando que a medida representa intervenção no mercado e não resolve o problema dos preços. Flávio afirmou que há contratos assinados e demandas não atendidas, sem lógica na medida.
O deputado apontou ainda que o governo aposta na taxação para elevar a oferta interna e estimular refinarias a ampliar a produção, conforme a avaliação oficial. Em 2025, as exportações brasileiras de petróleo chegaram a US$ 44,6 bilhões.
O senador criticou a relação com caminhoneiros e disse que o aumento do diesel promovido pela Petrobras anulou os efeitos de alívios tributários anunciados previamente. Segundo ele, é erro tentar obrigar o setor a agir contra sua percepção de solução para a alta.
Contexto político e perspectivas
Flávio Bolsonaro projetou que, em eventual governo dele, manteria uma linha econômica parecida com a de Jair Bolsonaro, priorizando controle de gastos e redução de impostos. A gestão anterior, segundo ele, teve crescimento e inflação mais favoráveis que a média internacional.
Em relação ao cenário eleitoral, pesquisas apontam empate técnico entre Flávio e Lula em eventual segundo turno neste ano. O PT lançou, nesta semana, resolução política para reforçar a ofensiva contra o senador.
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