- Fernando Haddad afirmou que ainda não iniciou as conversas sobre o vice na chapa ao governo de São Paulo e que vai se reunir com Márcio França, Caio França, Tabata Amaral e Guilherme Boulos nos próximos dias.
- Ele disse que as conversas dependem da disposição dos interlocutores e da agenda deles, ressaltando que são antigos aliados com quem teve palanque em 2022.
- Haddad não quer antecipar o perfil do vice e afirmou que as conversas ainda não começaram, mas mostrou preferência por Geraldo Alckmin como vice‑presidente.
- Na campanha, o ex‑ministro quer discutir políticas e combater fake news, além de buscar que São Paulo volte a ser visto como vitrine de políticas públicas.
- A confirmação de Haddad como pré‑candidato do PT ao governo de São Paulo é vista como passo para a disputa presidencial contra Flávio Bolsonaro; o estado representa o maior colégio eleitoral do país.
Fernando Haddad (PT) afirmou que ainda não iniciou conversas formais sobre o vice na chapa ao governo de São Paulo. O ex-ministro da Fazenda disse que vai priorizar encontros com aliados próximos.
Entre os nomes citados estão Márcio França (PSB), Caio França (PSB), Tabata Amaral (PSB) e Guilherme Boulos (Psol-SP). Haddad destacou que precisa ajustar a agenda de cada um para viabilidade dos encontros.
Ainda sem definição do vice, Haddad indicou que pode ser preciso tempo para alinhamento. Ele enfatizou que pretende conhecer melhor as pretensões de cada interlocutor antes de avançar.
O pronunciamento ocorreu em entrevista na sexta-feira, 20 de março de 2026, em São Paulo. O objetivo é consolidar o palanque para a disputa estadual e, segundo aliados, abrir caminho para o cenário nacional.
Contexto da candidatura
Edinho Silva havia anunciado, na quinta-feira (19), Haddad como pré-candidato do PT ao governo paulista. A expectativa é que o estado, com o maior colégio eleitoral, sedie parte da estratégia de disputa presidencial de 2026.
Analistas veem São Paulo como fator decisivo para o posicionamento do PT na eleição nacional. A coligação e as alianças locais podem influenciar o alinhamento do partido na corrida ao Planalto.
Aliados avaliam que o processo de definição do vice deve ocorrer de forma gradual. A prioridade é manter o foco em políticas públicas e na comunicação com o eleitorado, sem projecções precipitadas.
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