- João Santana diz que há espaço para uma candidatura presidencial de centro em meio à polarização, divergindo de pesquisas.
- A avaliação foi compartilhada nas redes sociais por Gilberto Kassab, presidente do PSD, que busca pavimentar uma candidatura de centro.
- O PSD tem três pré-candidatos: Ratinho Júnior, Eduardo Leite e Ronaldo Caiado.
- Santana defende discurso de conciliação nacional com três pilares: defesa da democracia, redesenho dos programas sociais e criação de um programa de desenvolvimento.
- O publicitário atuará neste ciclo como estrategista de ACM Neto, pré-candidato ao governo da Bahia pelo União Brasil.
Na contramão de análises de pesquisas eleitorais, o publicitário João Santana afirma que há espaço para uma candidatura presidencial de centro em meio à polarização. A leitura dele aponta uma avenida de crescimento para esse polo.
Santana, que comandou três campanhas nacionais vitoriosas do PT, sustenta que o crescimento virá de um discurso de conciliação nacional sustentado por três pilares: defesa da democracia, redesenho dos programas sociais e um plano de desenvolvimento.
A avaliação ganhou repercussão após ser compartilhada por Gilberto Kassab, presidente do PSD, nas redes sociais. Kassab busca justamente pavimentar uma candidatura de centro, com três pré-candidatos no radar.
Entre os nomes do PSD, aparecem Ratinho Júnior (PR), Eduardo Leite (RS) e Ronaldo Caiado (GO), que podem compor o leque de opções para o campo central. A proximidade com Santana é citada como estratégico.
Segundo Santana, o caminho será evitar a “bateria emocional” da polarização e trabalhar uma agenda comum de Estado. O publicitário aponta a necessidade de demonstrar capacidade de gestão e de gerar propostas consistentes.
Santana já foi responsável pelas campanhas de Lula em 2006 e de Dilma Rousseff em 2010 e 2014. Ele também já foi detido na Operação Lava Jato, durante as investigações da Polícia Federal.
No momento, Santana retorna às estratégias políticas ao atuar para ACM Neto, pré-candidato ao governo da Bahia pelo União Brasil, conforme previsto para as eleições.
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