- O ex-presidente Jair Bolsonaro, internado na UTI do Hospital DF Star, em Brasília, desde 13 de março, deve receber alta da terapia intensiva nas próximas 24 horas.
- O boletim médico aponta evolução estável, sem intercorrências e com melhora clínica.
- Bolsonaro continua em antibioticoterapia endovenosa, com suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora.
- O quadro inicial foi broncopneumonia bacteriana bilateral, detectada após atendimento no 19º Batalhão da Polícia Militar (Papudinha) e exames no hospital.
- O texto informa ainda que a Procuradoria-Geral da República pediu prisão domiciliar humanitária, citando o estado de saúde do ex-presidente.
O ex-presidente Jair Bolsonaro permanece internado na UTI do Hospital DF Star, em Brasília, desde 13 de março. O boletim médico divulgado nesta segunda-feira indica evolução favorável e ausência de intercorrências, com alta prevista nas próximas 24 horas.
Conforme o documento, Bolsonaro continua recebendo antibioticoterapia endovenosa, suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora. Não houve complicações relatadas desde a internação.
O diagnóstico é de broncopneumonia bacteriana bilateral, com maior comprometimento do pulmão esquerdo, conforme exames realizados na chegada à unidade. O paciente foi transferido da Papudinha para atendimento médico.
Quadro clínico atual
O boletim descreve que Bolsonaro se encontra clinicamente estável, mantendo o tratamento e monitoramento. A tomografia, além de confirmar a pneumonia, foi indicada para excluir outras infecções possíveis.
Exames complementares, incluindo painel viral, foram realizados para embasar o tratamento. O registro aponta melhora parcial após o início dos antibióticos, com controle de febre e sinais de resolução parcial dos sintomas.
Bolsonaro está internado na UTI desde o dia 13 de março, quando deu entrada após apresentar crise de saúde no 19º Batalhão da PM do DF. A equipe médica acompanha de perto o quadro e ajusta a terapia conforme a evolução.
Histórico de saúde
Desde o atentado de 2018, o ex-presidente já passou por 14 procedimentos cirúrgicos, muitos ligados a sequelas do ferimento abdominal. O histórico inclui operações para bloquear o nervo frênico, com foco na redução de soluços crônicos.
Ainda conforme o histórico médico, houve procedimentos recentes entre dezembro de 2025 e março de 2026, incluindo hérnia inguinal bilateral e intervenções para o manejo de soluços persistentes.
Entre na conversa da comunidade