- A greve dos servidores da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig) pode encerrar após reunião com o governador Mateus Simões.
- O sindicato informou que o encontro trouxe pontos concretos e que uma assembleia decidirá o futuro do movimento.
- A vistoria surpresa no Hospital João XXIII ocorreu na segunda-feira, 23, durante as negociações.
- A greve, iniciada há cerca de um mês, afeta serviços em hospitais da rede Fhemig, com atendimento reduzido no João XXIII.
- A decisão final sobre o fim da greve deve sair após a assembleia dos trabalhadores, nos próximos dias.
A greve dos servidores da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig) pode chegar ao fim após encontro entre o governador Mateus Simões e o sindicato que representa os trabalhadores. A reunião ocorreu na segunda-feira (23) em Belo Horizonte, visando avançar nas negociações sobre salários, condições de trabalho e planos de carreira. O João XXIII, um dos hospitais afetados, manteve atendimento, mas com quadro reduzido.
Segundo o sindicato, o encontro trouxe pontos concretos e abriu espaço para uma assembleia que definirá o futuro do movimento. Ainda não há decisão oficial sobre encerramento da greve, mas a expectativa é de resolução breve após o voto dos trabalhadores.
A greve, iniciada há cerca de um mês, atingiu diversos hospitais administrados pela Fhemig, incluindo o João XXIII. Os servidores reivindicam melhoria salarial, condições de trabalho adequadas e a implementação de planos de carreira.
Avanços nas negociações
A vistoria do João XXIII também ocorreu na segunda-feira, com Simões verificando a atuação da equipe em meio à greve. O hospital segue com atendimento, porém com contingente reduzido. A direção da Fhemig não informou data para o encerramento da paralisação.
O objetivo do governo é restabelecer a normalidade dos serviços de saúde na região e assegurar funcionamento estável das unidades da Fhemig. A decisão sobre o fim da greve depende da assembleia dos servidores, ainda sem data definida.
A continuidade das negociações é vista como essencial para assegurar o atendimento à população, especialmente nos hospitais com maior demanda. O desfecho dependerá da votação dos trabalhadores nos próximos dias.
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