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Presidente do TJRJ assume cargo no lugar de Castro; entenda o cenário político

Interinidade no governo do Rio fica com o presidente do Tribunal de Justiça, diante de vacância dupla e análise do TSE sobre inelegibilidade de Castro

Presidente do TJ-RJ, desembargador Ricardo Rodrigues Cardozo
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  • Cláudio Castro renunciou nesta segunda-feira, na véspera de julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
  • Assumindo interinamente o governo do Rio de Janeiro, o comando passa ao presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), desembargador Ricardo Rodrigues Cardozo.
  • A vacância ocorre devido à ausência de nomes aptos na linha de sucessão e ao afastamento do presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar.
  • O TSE analisa ações que podem tornar Castro inelegível por oito anos, por suposto abuso de poder político e econômico nas eleições de dois mil e vinte e dois.
  • O estado está sem vice-governador desde a saída de Thiago Pampolha; caso haja cassação, a eleição indireta definirá o governador-tampão para cumprir o mandato até dois mil e vinte e seis.

Após a renúncia de Cláudio Castro (PL) na segunda-feira, o Rio de Janeiro passou a ter comando interino no Palácio Guanabara. O substituto é o desembargador Ricardo Rodrigues Cardozo, presidente do TJRJ, diante da vacância na linha sucessória e do processo no TSE que pode cassar Castro.

A decisão decorre do cenário político envolvendo também o presidente afastado da Alerj, Rodrigo Bacellar. O TSE analisa ações que podem tornar Castro inelegível por oito anos, por suposto abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.

Dupla vacância e governança temporária

O estado permanece sem vice-governador desde a saída de Thiago Pampolha para o TCE-RJ. Com Bacellar afastado, a chefia do Executivo fica ocupada pelo presidente do TJRJ, conforme arranjo institucional para casos sem nomes aptos na linha de sucessão.

Caso haja cassação, a eleição indireta será definida pela Assembleia Legislativa, respeitando o prazo de 48 horas para a convocação e até 30 dias para o pleito. O governador-tampão ficaria no cargo até 2026, sem participação direta do eleitor.

Movimento político no cenário estadual

A atuação de Eduardo Paes continua em segundo plano, evitando envolvimento direto na disputa interna da Alerj, segundo apuração da CNN. A estratégia é preservar capital político enquanto o quadro institucional permanece indefinido.

Entre as movimentações, o PL intensifica a articulação pela sucessão. O senador Flávio Bolsonaro e Castro aparecem juntos em agendas, sinalizando alinhamento para o palanque estadual. O secretário Douglas Ruas é considerado provável Candidato ao governo.

Possível desfecho e impactos

Se a cassação de Castro for confirmada pelo TSE, a eleição indireta pode rearranjar o equilíbrio político no estado antes de 2026. A decisão pode redefinir a composição da gestão pública até a próxima janela eleitoral.

A reportagem utiliza informações de fontes da CNN, com apuração sobre o posicionamento de atores políticos e possíveis cenários da crise institucional no Rio de Janeiro.

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