- O relator da CPMI do INSS, Alfredo Gaspar, disse que o relatório será técnico e não citará Lula nem Bolsonaro, baseado em dados da CGU, do TCU e depoimentos.
- O documento já tem mais de cinco mil páginas e 228 indiciados, e deve crescer com a prorrogação dos trabalhos por pelo menos mais sessenta dias.
- Gaspar afirmou que o foco é técnico, não político, e que o objetivo é corrigir uma dívida histórica da Previdência Social.
- A base do governo prepara um relatório paralelo para contrapor o de Gaspar; há divergências sobre a participação de Fábio Luís Lula da Silva nas investigações.
- Fábio Luís Lula da Silva será citado, mas não está entre os indiciados por falta de provas; Gaspar é aliado de bolsonaristas e pode se filiar ao PL para concorrer ao Senado.
O relator da CPMI do INSS, Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), afirmou que o relatório será técnico e não citará Lula nem Bolsonaro. A comissão já soma mais de 5.000 páginas e 228 indiciados, e o trabalho deve se estender por pelo menos 60 dias.
Gaspar disse que o documento se baseia em dados da CGU, do TCU, e depoimentos de quebras de sigilo. O objetivo é apresentar uma análise técnica para corrigir uma dívida histórica da Previdência Social, sem vincular o relatório a governos específicos.
A base governista prepara um relatório paralelo para contrapor o de Gaspar. Gaspar é aliado de bolsonaristas e avalia a filiação ao PL para concorrer ao Senado.
Dossiê de divergências
Entre os pontos contestados, está a participação de Fábio Luís Lula da Silva, filho de Lula, nas investigações por ligação com o Careca do INSS. Este personagem é citado, mas não será indiciado por falta de provas, segundo integrantes da comissão.
O filho do presidente deve ficar fora de ambos os relatórios. Será citado, mas não consta entre os indiciados. A divisão de leituras visa oferecer versões distintas sobre os desvios.
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