- O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, rebate críticas sobre a relação com prefeitos do interior durante agenda no Palácio dos Bandeirantes.
- Ele pediu que os opositores “procurem outra narrativa” e afirmou que as demandas são contabilizadas, atendidas e os repasses realizados.
- O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) afirmou que Tarcísio não tem familiaridade com o governo de São Paulo e que o interior pode precisar acordar para problemas da gestão atual.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também comentou o tema, dizendo que os prefeitos de São Paulo são pouco e mal recebidos pelo governo do estado.
- Tarcísio encerrou o discurso dizendo que continuará fazendo a diferença, sem politicagem, e que quem não tem competência não terá vez no interior.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), rebateu críticas sobre a relação com prefeitos do interior. Em agenda no Palácio dos Bandeirantes, ele pediu que os críticos procurem outra narrativa, afirmando que as demandas são contabilizadas, atendidas e os repasses, realizados.
Tarcísio declarou que não há falha no atendimento aos prefeitos de São Paulo e que o governo tem mantido o diálogo. Segundo ele, as ações de repasse de recursos seguem o planejamento e a fiscalização, sem politicagem.
As declarações ocorreram após críticas recebidas na arena política. Na última semana, o ex-ministro Fernando Haddad (PT) afirmou que o governo atual não tem familiaridade com o interior. Haddad afirmou ainda que essa percepção pode indicar descompasso com a gestão.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também apontou descontentamento com o tratamento aos prefeitos, citando não haver boa recepção aos gestores paulistas por parte do governo estadual. Tarcísio encerrou o pronunciamento reafirmando o compromisso com as entregas.
Resposta às críticas
O governador reforçou que o objetivo é entregar resultados aos municípios, sem atender a interesses partidários. Ele alegou que a gestão busca atuar de forma eficiente para o interior, enfatizando continuidade de políticas e investimentos.
Afirmou ainda que a administração não fará política de oportunidade, destacando que decisões são pautadas pela gestão e pela necessidade dos municípios. A fala encerrou sem sinalização de mudança de posicionamento político.
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