- O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos convocou 1.860 candidatos para vagas remanescentes da primeira edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), com publicação no Diário Oficial da União.
- As vagas não preenchidas correspondem a 21% do total de 8.573 vagas ofertadas em 2024, considerando as previstas em edital e as autorizadas posteriormente.
- Ficam de fora da nova chamada os cargos que exigem formação na Escola Nacional de Administração Pública (Enap) e os de agências reguladoras.
- A lista abrange 131 cargos em diversos órgãos federais, com atuação em gestão pública, planejamento governamental, políticas agrárias, produção de dados e desenvolvimento científico e tecnológico.
- Os maiores volumes de vagas são: analista técnico-administrativo (399 vagas), analista em reforma e desenvolvimento agrário (201 vagas), analista de planejamento, gestão e infraestrutura em informações geográficas e estatísticas (128 vagas) e tecnólogo em informações geográficas e estatísticas (112 vagas). Além disso, há 101 vagas para analista em ciência e tecnologia e 141 vagas para especialista em indigenismo (Funai).
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos convocou 1.860 candidatos para vagas remanescentes da primeira edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU). A convocação foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira, 24 de março de 2026. As vagas somam 21% do total do certame de 2024.
As vagas não preenchidas correspondem a 8.573 previstas, incluindo as originais e as autorizadas posteriormente. Cargos que exigem formação na Enap e os de agências reguladoras ficaram de fora da nova chamada.
Abrangência
As vagas abrangem 131 cargos diferentes em diversos órgãos federais. As atividades vão de gestão pública a planejamento governamental, políticas agrárias, produção de dados e desenvolvimento científico.
Entre os cargos com maior número de vagas na rodada, destacam-se: analista técnico-administrativo (399) e analista em reforma e desenvolvimento agrário (201). Também há 128 vagas para analista de planejamento, gestão e infraestrutura em informações geográficas e estatísticas.
Na área de ciência, tecnologia e inovação, há 101 vagas para analista em ciência e tecnologia, 64 para tecnólogo e 14 para pesquisador-tecnologista em informações e avaliações educacionais. Em políticas ligadas ao campo e à segurança sanitária, aparecem 59 vagas para engenheiro agrônomo e 56 para agente de inspeção sanitária.
Pelos povos indígenas, a Funai tem 141 vagas para especialista em indigenismo e 74 para técnico em indigenismo. O conjunto de vagas por órgão revela o Incra com 333 vagas, o IBGE com 312, a Funai com 215 vagas, o Mapa com 211 e o MGI com 200 vagas. A AGU tem 184 vagas.
Ações afirmativas
O governo mantém a distribuição de vagas por meio de ações afirmativas. São 74% na ampla concorrência, 18% para pessoas negras, 7% para pessoas com deficiência e 2% para pessoas indígenas.
O Ministério destaca que tais políticas promovem inclusão e fortalecem a representatividade no serviço público. O objetivo é ampliar oportunidades de ingresso para diferentes grupos da população.
Histórico do CPNU
A primeira edição do CPNU ofereceu 8.573 vagas, com 970.037 candidatos presentes na prova em 18 de agosto de 2024. O concurso teve mais de 2,1 milhões de inscritos confirmados, com índice de abstenção de 54,12%.
As provas ocorreram em 228 cidades e envolveram 3.665 locais, totalizando mais de 75 mil salas. Entre 2023 e 2025, cerca de 16,5 mil pessoas ingressaram no serviço público federal por meio do CPNU e concursos correlatos.
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