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Presidente da CPMI espera decisão do STF e defende a Constituição

Supremo Tribunal Federal (STF) julga a prorrogação da CPMI do INSS; Mendonça vê omissão deliberada como inconstitucional, e plenário decide se mantém prorrogação até 28 de março

O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS
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  • O presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana, espera que o STF mantenha a decisão de prorrogamento dos trabalhos, proferida pelo ministro André Mendonça.
  • Mendonça havia considerado inconstitucional a “omissão deliberada” da Mesa Diretora e da Presidência do Congresso em receber e promover a leitura da prorrogação.
  • O plenário físico do STF julgará, na quinta-feira, 26 de março, se refereenda essa decisão.
  • Se o STF derrubar a prorrogação, a CPMI terá até 28 de março para finalizar os trabalhos.
  • Viana afirmou que a minoria tem direito de investigar e que espera que prevaleça a orientação constitucional.

O presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana (Podemos-MG), aguarda que o STF mantenha a decisão do ministro André Mendonça que prorrogou os trabalhos da comissão. A expectativa foi expressa nesta terça-feira (24). O plenário físico da Corte precisa referendar a medida na próxima sessão.

Viana ressaltou a importância de respeitar a decisão do STF, destacando que existem visões diferentes entre os ministros, mas que a Constituição assegura o direito da minoria de investigar. A posição dele é de apoio à prorrogação desde que esteja respaldada pelo tribunal.

A pauta envolve a avaliação da decisão de Mendonça, proferida na última segunda-feira (23), que considerou inconstitucional a suposta omissão deliberada da Mesa Diretora e da Presidência do Congresso em receber e promover a leitura da prorrogação dos trabalhos. Se o plenário não concordar, a CPMI deverá encerrar os trabalhos até 28 de março.

Contexto e desdobramentos

O STF irá julgar, na quinta-feira (26), se confirma a prorrogação. A decisão pode impactar o andamento das investigações sobre o INSS, com reflexos na duração da CPMI e na leitura de novos requerimentos. A ação está sendo acompanhada por membros da comissão e pela Câmara, sob o olhar do STF.

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