- O ministro Alexandre de Moraes concedeu prisão domiciliar temporária de 90 dias a Jair Bolsonaro, após internação por pneumonia.
- A decisão foi tomada nesta terça-feira (24) pelo STF, com o prazo válido a partir da alta profissional do ex-presidente do Hospital DF Star, em Brasília.
- Bolsonaro está internado desde o dia 13 de março e permanece no hospital até a conclusão da avaliação médica para a alta.
- O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, disse que a medida é de justiça e humanidade, mas reclamou da demora para a concessão.
Nesta terça-feira (24), o ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou a prisão domiciliar temporária de Jair Bolsonaro por 90 dias. A medida foi concedida após internação do ex-presidente por pneumonia, no Hospital DF Star, em Brasília, onde permanece desde o dia 13 de março.
A decisão atende ao pedido da defesa e determina o cumprimento da pena fora da carceragem, com início assim que haja alta hospitalar. A prisão domiciliar prevê condições específicas para o período de 90 dias.
Decisão de Moraes
Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara, comentou a liberação como compatível com justiça e humanidade, ressaltando, porém, a demora no deferimento. O parlamentar afirmou que o tempo de espera trouxe sofrimento desnecessário para Bolsonaro e familiares.
Reação política
O deputado enfatizou que, apesar do alívio com a medida, a espera foi longa e indicada como inadequada diante da gravidade das circunstâncias. A fala manteve o tom de cobrança por decisões mais céleres em casos de saúde de autoridades.
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