- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retomou, em 24 de março de 2026, o julgamento que pode retirar os direitos políticos do ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel.
- A sessão foi suspensa em 22 de março por pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes e retornou para o andamento dos votos.
- A ação questiona a legalidade da cassação do mandato de Witzel, afastado em 2020 por irregularidades na campanha, cassação confirmada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) em 2021.
- O relator, ministro Edson Fachin, votou pela cassação do registro de Witzel; Moraes pediu mais prazo para analisar o caso, devendo concluir seu voto na próxima semana.
- A decisão do TSE pode impactar diretamente a carreira política de Witzel, incluindo a possibilidade de ele não poder se candidatar novamente.
O Tribunal Superior Eleitoral retomou nesta sexta-feira 24 de março de 2026 o julgamento que pode retirar os direitos políticos do ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel. A sessão foi interrompida na quarta-feira anterior (22) por pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes.
A ação questiona a legalidade da cassação do mandato de Witzel, afastado em 2020 após denúncias de irregularidades na campanha eleitoral. A cassação ocorreu pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) em 2021 e está em avaliação no TSE.
No momento, o relator do processo, ministro Edson Fachin, votou pela cassação do registro de Witzel. Moraes solicitou mais tempo para análise, após pedir vista. A expectativa é que o ministro retome seu voto na próxima semana, para chegar à decisão final.
Caso a decisão seja pela cassação do registro, Witzel perde os direitos políticos, inclusive a possibilidade de se candidatar novamente nas próximas eleições. O caso segue como decisão de grande impacto sobre a carreira política do ex-governador.
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