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TSE tem maioria para condenar Castro à inelegibilidade até 2030

Quatro votos a um no TSE indicam condenação de Cláudio Castro por abuso de poder, com inelegibilidade até 2030; votação segue com Mendonça e Cármen Lúcia ainda a proferir.

Brasília (DF), 24/03/2026 - O Tribunal Superior Eleitoral realiza sessão ordinária para retomar a análise de recursos que pedem a cassação dos diplomas e a inelegibilidade do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), do ex-vice-governador Thiago Pampolha (MDB) e do deputado estadual Rodrigo Bacellar (União Brasil), atualmente afastado da presidência da Assembleia Legislativa (Alerj). Foto: TSE/Reprodução
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  • O TSE formou maioria para condenar o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, à inelegibilidade por abuso de poder político e econômico na campanha de 2022.
  • O placar está 4 votos a 1 pela condenação; ainda faltam os votos dos ministros André Mendonça e Cármen Lúcia.
  • Castro renunciou ao mandato ontem e afirmou ser pré-candidato ao Senado nas eleições de outubro.
  • O tribunal julga recurso do Ministério Público Eleitoral e da coligação de Marcelo Freixo para reverter decisão do TRE-RJ que absolveu Castro e outros réus.
  • O processo envolve supostas contratações irregulares na Ceperj e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria de votos pela condenação do ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, à inelegibilidade por abuso de poder político e econômico durante a campanha de 2022. O placar atual é de 4 a 1, com a votação ainda aberta para os ministros André Mendonça e Cármen Lúcia, que completam os votos.

A decisão envolve o recurso do Ministério Público Eleitoral (MPE) e da coligação do ex-deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ) para reverter a decisão do TRE-RJ, de maio de 2024, que rejeitou a cassação do mandato e absolveu Castro e outros acusados. O processo analisa supostas contratações irregulares em órgãos estaduais.

Ontem (dia 23), Castro renunciou ao mandato e anunciou pré-candidatura ao Senado nas eleições de outubro. O tribunal avalia se a condenação pode gerar inelegibilidade até 2030 em caso de confirmação definitiva.

Contexto e próximos passos

A ação fiscaliza contratos de servidores e serviços na Fundação Ceperj e na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). A decisão final depende do voto dos ministros remanescentes, com potencial impacto sobre o cenário político fluminense e a elegibilidade do ex-governador.

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