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Candidatura segue mesmo com Bolsonaro elegível, diz Flávio

Flávio Bolsonaro mantém planos de candidatura à Presidência mesmo com inelegibilidade de Jair; afirma ter aval do pai, alvo de recursos no STF

Flávio Bolsonaro durante discurso na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo)
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  • Flávio Bolsonaro afirmou que será o candidato do grupo político à Presidência mesmo se Jair Bolsonaro ficar inelegível, segundo o senador, com o pai supostamente concordando com a candidatura.
  • Flávio disse ter ouvido de Bolsonaro que ele seria o candidato independentemente de possíveis mudanças na elegibilidade.
  • A defesa de Bolsonaro pretende apresentar ações de revisão criminal para tentar reverter a condenação de 27 anos e 3 meses no STF por tentativa de golpe.
  • O ex-presidente recebeu autorização de prisão domiciliar humanitária por noventa dias, medida temporária devido à saúde, com suspensão de visitas.
  • Bolsonaro deixou a unidade de tratamento intensivo, mas não há expectativa de alta hospitalar, segundo boletim médico divulgado.

Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que será o candidato do grupo político à Presidência da República, mesmo se Jair Bolsonaro (PL) puder disputar. Segundo o senador, o pai comunicou a decisão de apoiar a candidatura de Flávio.

Ainda de acordo com Flávio, a defesa de Jair Bolsonaro planeja ações no STF para tentar reverter a condenação. Ele afirmou que há nulidades no processo e que a defesa já trabalha em revisão criminal, conforme declaração à CNN.

Jair Bolsonaro foi condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão por participação em articulações para questionar a ordem institucional durante os atos pró-eleição. A decisão manteve o ex-presidente sujeito às penas definidas no processo.

Apesar da condenação, Bolsonaro recebeu autorização de Moraes para cumprir prisão domiciliar humanitária por 90 dias, devido ao estado de saúde. A medida é temporária e prevê suspensão de visitas durante o período, com reavaliação ao término do prazo.

Flávio criticou a decisão de Moraes, classificando a domiciliar como exótica e questionando o prazo de 90 dias. A defesa descreveu a medida como inovadora, mantendo a saúde do ex-presidente como critério-chave para a concessão.

Bolsonaro já deixou a unidade de tratamento intensivo, mas não há previsão de alta hospitalar, conforme boletim médico divulgado nesta terça-feira. A situação clínica permanece estável, sem confirmação de alta.

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