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Cunhado de Vorcaro troca advogados e gera expectativa de delação premiada

Cunhado de Vorcaro troca defesa; Vilardi assume, sinalizando possível delação premiada de Zettel na investigação da Operação Compliance Zero

O empresário e pastor Fabiano Zettel. (Foto: Editor Luiz / Wikimedia Commons)
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  • Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, trocou a equipe de defesa no âmbito da Operação Compliance Zero.
  • Os advogados Maurício Campos Jr., Juliano Brasileiro e João Victor Assunção alegam motivo de foro íntimo para a saída e substabeleceram a defesa a Celso Vilardi.
  • Celso Vilardi, conhecido por atuar em casos de grande repercussão, passa a atuar na defesa de Zettel, o que pode indicar mudança na estratégia.
  • A troca de advogados ocorre em meio a sinais de delação premiada de Zettel, que pode somar-se à iminente delação de Vorcaro.
  • Ambos foram presos duas vezes na investigação sobre um suposto esquema bilionário que envolvia acesso a informações sigilosas de órgãos como a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e a Interpol.

Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro e principal operador financeiro do esquema investigado na Operação Compliance Zero, trocou de defesa. A alteração foi comunicada por meio de nota oficial publicada pelos antigos advogados.

Segundo a nota, os motivos seriam de foro íntimo, o que levou os profissionais a se afastarem do caso. A defesa de Zettel foi substabelecida para o criminalista Celso Vilardi, conhecido por atuar em casos de grande repercussão.

A chegada de Vilardi pode indicar mudança na estratégia de defesa, com espaço para eventual delação premiada de Zettel. A eventual colaboração se somaria à delação de Vorcaro, já sinalizada após sua transferência para a sala de estado-maior da PF.

Zettel e Vorcaro já foram presos duas vezes no âmbito da operação que investiga um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo a instituição bancária. A investigação aponta que o grupo de Vorcaro teria acesso a informações sigilosas de órgãos de segurança pública, como PF, PGR e Interpol.

A Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República conduzem as apurações, com base em indícios de fraude financeira e violação de confidencialidade de dados. A reportagem aguarda retorno do escritório de Vilardi para comentar a nova composição da defesa.

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