- O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que a CCJ deve concluir a admissibilidade da PEC do fim da escala 6 x 1 até o início de abril.
- Em seguida, será criada uma comissão especial e a votação em plenário está prevista para maio, mês do trabalhador.
- A PEC tramita na CCJ e haverá audiências públicas; ao menos quatro debates estão marcados antes da deliberação.
- A pauta é prioritária para o governo, especialmente com a proximidade das eleições.
- O setor produtivo é contra a mudança na jornada, apontando possíveis impactos econômicos; o relator busca um debate amplo e qualificado.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que a CCJ deve concluir a análise da PEC que propõe o fim da escala 6 x 1 até o início de abril. A votação no plenário está prevista para maio, conforme discurso feito em João Pessoa (PB).
A PEC tramita na CCJ, onde é matéria de audiências públicas. O relator Paulo Azi indicou que serão realizadas ao menos quatro audiências para discutir o tema antes da deliberação. A proposta visa reduzir a jornada de trabalho definida pela escala 6 x 1.
Contexto da tramitação
Hugo Motta destacou que a pauta é prioritária para o governo, especialmente com as eleições próximas. Ele ressaltou a necessidade de ouvir o setor produtivo e os empregadores para evitar retrocessos e buscar um avanço para o país.
Perspectivas e críticas
O setor produtivo afirma haver impactos econômicos potenciais com a mudança na jornada de trabalho. Paulo Azi reforçou a intenção de promover um debate amplo, qualificado e democrático, com participação de diferentes segmentos da sociedade.
Entre na conversa da comunidade