- A MPRJ recorreu ao TJ-RJ para tentar restabelecer a prisão de Monique Medeiros, mãe de Henry Borel.
- A juíza Flávia Cardoso havia soltado Monique na semana anterior, dizendo que ela não representa mais risco à sociedade.
- O Ministério Público sustenta que há indícios de participação de Monique no homicídio do filho e que a prisão é necessária para a ordem pública e a instrução criminal.
- A defesa afirma que Monique colaborou com as investigações e que sua liberdade não representa risco; Jairinho continua preso preventivamente.
- O caso envolve Henry Borel, morto em 2021 aos quatro anos, e o recurso aguarda a decisão do Tribunal de Justiça sobre manter Monique solta ou revogar a liberdade.
O MPRJ recorreu ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro para tentar restabelecer a prisão de Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, morto em 2021. A decisão de soltá-la foi adotada pela juíza Flávia Cardoso, da 2ª Vara Criminal da Capital, que entendeu que ela não representa mais risco à sociedade.
Segundo o Ministério Público, a decisão da magistrada foi incorreta e a prisão é necessária para garantir a ordem pública e a instrução criminal. A promotoria cita indícios de participação de Monique no homicídio, junto com o ex-vereador Jairinho, que permanece preso.
A defesa de Monique afirma que ela sempre colaborou com as investigações e que a liberdade não ameaça a sociedade. Flávia Cardoso destacou que Monique cumpriu as medidas cautelares anteriores e que não há elementos que justifiquem a prisão no momento.
Henry Borel tinha quatro anos quando morreu em março de 2021 após sofrer várias lesões. Jairinho e Monique Medeiros foram presos em flagrante e tiveram as prisões preventivas mantidas ao longo do processo. O caso gerou ampla repercussão e debates sobre violência infantil.
Situação atual do processo
A decisão do TJ-RJ sobre o recurso do MPRJ não foi divulgada até o momento. O tribunal deverá analisar o pedido para revogar a liberdade de Monique Medeiros e decidir se ela permanece solta ou volta a ser presa.
A defesa de Monique permanece confiante na Justiça e aguarda o pronunciamento do tribunal. Jairinho, que também responde pelo homicídio, continua preso preventivamente.
O caso de Henry Borel continua sendo um marco da violência infantil no Brasil, com investigações em andamento para esclarecer todos os detalhes do crime.
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