- O Tribunal Superior Eleitoral confirmou, nesta terça-feira, que as eleições para governador e vice no Rio devem ocorrer de forma indireta, pela Assembleia Legislativa (Alerj).
- A confirmação veio após o TSE corrigir a certidão do julgamento que condenou o ex-governador Cláudio Castro à inelegibilidade até 2030, incluindo o termo “novas eleições indiretas”.
- Castro renunciou ao governo na segunda-feira para disputar o Senado; o prazo de desincompatibilização vence em quatro de abril, seis meses antes do primeiro turno.
- A eleição indireta ocorre também porque o ex-vice-governador Thiago Pampolha deixou o cargo para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado.
- O próximo na linha de sucessão seria o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, hoje afastado pela decisão do STF; atualmente, o governador em exercício é o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, Ricardo Couto de Castro.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou nesta terça-feira (25) que as eleições para governador e vice-governador do Rio de Janeiro devem ocorrer de forma indireta, com votação realizada pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). A decisão envolve a correção de uma certidão do julgamento que condenou o ex-governador Cláudio Castro à inelegibilidade até 2030.
A correção inseriu os termos novas eleições indiretas no documento, substituindo a redação anterior apenas com novas eleições. Castro havia renunciado ao cargo na segunda-feira (23) para disputar o Senado, com desincompatibilização prevista até 4 de abril.
A eleição indireta é necessária porque o ex-vice-governador Thiago Pampolha também deixou o posto para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do estado. O substituto natural na linha de sucessão seria o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, que hoje está afastado da presidência por decisão do STF, ligado a investigações envolvendo o ex-deputado Joias.
Sucessão no Rio de Janeiro
Atualmente, o governador em exercício é o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Ricardo Couto de Castro, que exerce o cargo de forma interina. A situação política no estado depende das próximas deliberações da Alerj para definir quem comandará o executivo até a realização das eleições indiretas.
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