- O Supremo Tribunal Federal decidiu por não prorrogar os trabalhos da CPMI do INSS, encerrando as investigações no dia 28 de março.
- A CPMI irá se reunir na sexta-feira, 27 de março, para votar o relatório final, que tem mais de cinco mil páginas e deve indiciar 228 pessoas, segundo o relator Alfredo Gaspar.
- A votação pode ser postergada caso os governistas peçam vista, estendendo a análise até o sábado.
- O governo prepara um relatório paralelo, sem apoio ao texto elaborado pelo aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro.
- Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente, é citado nas investigações por vínculos com o Careca do INSS, mas ficará fora dos indiciados por falta de provas, sendo citado no relatório final.
A CPMI do INSS encerrou o trabalho sem prorrogação após decisão do STF. A Corte derrubou a prorrogação de até 120 dias defendida pelo ministro André Mendonça, que ampliaria o prazo da comissão. Não há nova extensão confirmada.
O relatório final, apresentado pelo relator Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), aponta mais de 5.000 páginas e indica 228 indiciados. A votação está prevista para ocorrer na sexta-feira, dia 27, com o desfecho mantido para o sábado, caso haja pedido de vista.
O calendário aponta o último dia de atividades em 28 de março. Parlamentares governistas estudam um relatório paralelo, ainda não aprovado pelo conjunto da base. A análise pode se estender caso haja pedido de vista e atraso na votação.
Divergências e próximos passos
Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente, é citado nas investigações por ligações com o chamado Careca do INSS. Ele ficará fora dos indiciados por falta de provas, mas deve constar no documento final. A avaliação sobre inclusão de outros nomes segue sob disputa.
Entre na conversa da comunidade