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Moraes vota contra prorrogação da CPMI do INSS; placar fica 3 a 1

Moraes vota contra a prorrogação da CPMI do INSS; placar fica três a um contra a extensão de até sessenta dias, com Dino e Zanin alinhados ao voto

Brasília (DF), 26/03/2026 - Sessão plenária do STF. Foto: Rosinei Coutinho/STF
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  • O ministro Alexandre de Moraes votou contra a prorrogação da CPMI do INSS, mantendo o placar em 3 a 1 contra a extensão.
  • Além de Moraes, os ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin também se posicionaram contra; Mendonça foi o único a validá-la por até sessenta dias.
  • Moraes disse que não há direito líquido e certo para prorrogação e destacou a importância das investigações da CPMI.
  • O ministro acusou a CPMI de vazar informações sigilosas para a imprensa, citando dados da Polícia Federal.
  • A sessão segue para a leitura dos votos restantes; anteriormente, Mendonça havia pedido prazo de quarenta e oito horas para apreciar o requerimento.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, votou nesta quinta-feira para derrubar a decisão de André Mendonça que prorrogava os trabalhos da CPMI do INSS. O placar ficou 3 a 1 contra a prorrogação.

Além de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin também acompanharam o voto pela não extensão. Mendonça foi o único a defender a prorrogação de até 60 dias.

Moraes destacou que não há direito líquido e certo para a prorrogação, enfatizando a importância das investigações da CPMI para apurar possíveis fraudes no INSS. Também citou abusos e vazamento de dados sigilosos para a imprensa.

A sessão segue para o restante dos votos, com o STF avaliando o equilíbrio entre a continuidade das apurações e os limites legais do inquérito parlamentar.

Contexto e desdobramentos recentes indicam que Mendonça, relator, inicialmente havia autorizado prazo de 48 horas para leitura do requerimento de prorrogação pelo Senado. A decisão de30 de Alcolumbre gerou tensão entre os poderes.

No dia 23, Mendonça pediu que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, analise o requerimento de prorrogação, após o que Carlos Viana prorrogou a CPMI por até 120 dias, até a decisão do STF.

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