- A leitura do parecer da CPMI do INSS começou com confusão entre Gaspar e Lindbergh Farias, com trocas de insultos.
- Lindbergh questionou uma fala de Barroso; Gaspar disse que a citação foi “poesia” e lembrou a derrubada de liminar pelo STF.
- Em meio ao bate-boca, Lindbergh chamou o relator de estuprador; Gaspar respondeu com acusações contra Lindbergh.
- O presidente da CPMI, Carlos Viana, classificou a fala de Lindbergh como grave e sinalizou encaminhamento ao Conselho de Ética, pedindo respeito.
- A CPMI, instalada em 20 de agosto, tem prazo até sábado e o relatório de Gaspar tem cerca de 4.340 páginas, dividido em nove núcleos de investigação.
A leitura do parecer do relator da CPMI do INSS, o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), começou nesta sexta-feira, 27, com desentendimentos entre oposição e base governista. A sessão ocorreu durante a fase de agradecimentos e envolveu troca de palavras agressivas entre Gaspar e Lindbergh Farias (PT-RJ).
Gaspar explicou o uso de uma expressão associada a uma fala do ministro do STF Luís Roberto Barroso, atribuída ao magistrado como uma espécie de poesia. Lindbergh contestou a leitura, questionando o conteúdo e o objetivo do parecer. A condução da reunião foi marcada por tensões entre os presentes.
O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), classificou a fala de Lindbergh como grave e sinalizou possibilidade de encaminhar o caso ao Conselho de Ética. Gaspar manteve a leitura do relatório, sem interrupções formais. Lindbergh foi chamado ao respeito pelas regras da comissão.
Instalada em 20 de agosto, a CPMI do INSS tem prazo de funcionamento até sábado, 28. O relatório apresentado por Gaspar soma cerca de 4.340 páginas, dividido em nove núcleos de investigação, com foco em empresários, intermediários, servidores e entidades ligadas ao tema.
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