- Justiça manteve a prisão preventiva de Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Alerj, após audiência de custódia realizada neste sábado.
- Bacellar foi capturado em Teresópolis, na região serrana do Rio, durante a terceira fase da Operação Unha e Carne.
- O mandado de prisão foi expedido pelo Supremo Tribunal Federal e cumprido após cassação do mandato pelo Tribunal Superior Eleitoral.
- Ele é acusado de vazar informações sigilosas que teriam atrapalhado a Operação Zargun, em setembro de dois mil e vinte e cinco, e de ter trocado mensagens com TH Joias.
- Em dezembro de dois mil e vinte e cinco, Bacellar já havia sido preso pela Polícia Federal, mas foi solto por decisão da Alerj e afastado da presidência; a cassação do mandato pelo TSE manteve a prisão.
A Justiça manteve a prisão preventiva de Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Alerj, após audiência de custódia realizada neste sábado. Bacellar foi detido pela Polícia Federal na tarde de sexta-feira, na terceira fase da Operação Unha e Carne, em Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro.
O mandado de prisão foi expedido pelo STF e cumprido após a cassação do mandato do ex-parlamentar pelo TSE. A investigação aponta que o repasse de informações sigilosas teria atrapalhado a Operação Zargun, ocorrida em setembro de 2025.
Bacellar já havia sido preso em dezembro do ano passado, em razão de mensagens trocadas com TH Joias, aliado político relacionado a atividades ilícitas. Ele foi solto por decisão da Alerj, mas ficou afastado da presidência pela decisão do STF.
Acusação
A acusação envolve vazamento de informações que teriam interferido na operação policial de grande repercussão. O inquérito aponta que o conteúdo sigiloso repassado teria prejudicado o andamento de investigações. Detalhes adicionais não foram divulgados pelas autoridades.
Situação processual
A prisão permaneceu mantida até nova definição judicial. Bacellar continua detido pela PF, aguardando continuidade das medidas legais. Não houve manifestações oficiais de defesa até o fechamento deste texto.
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