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Túlio Gadêlha negocia com PSD para integrar chapa de Raquel Lyra

Túlio Gadêlha negocia filiação ao PSD para integrar chapa de Raquel Lyra, contrariando permanência na Rede; decisão pode sair até sexta-feira, 3 de abril de 2026

Na imagem, o deputado Túlio Gadêlha (Rede-PE) durante sessão em comissão da Câmara dos Deputados
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  • O deputado Túlio Gadêlha negocia filiação ao PSD para integrar a chapa da governadora Raquel Lyra e disputar o Senado.
  • A movimentação contraria a expectativa de permanência dele na Rede Sustentabilidade, alinhamento defendido pela coligação Psol-Rede de Pernambuco.
  • A janela eleitoral permite a troca de partido até sexta-feira, 3 de abril de 2026.
  • A informação foi publicada pela repórter Gabriela Echenique.
  • Gadêlha tem 38 anos, está no seu segundo mandato e teve 134 mil votos em 2022; a pesquisa Real Time Big Data aponta aprovação de Lyra em 49% e, na disputa pelo governo, 55% para Joao Campos e 36% para Lyra.

O deputado Túlio Gadêlha negocia a filiação ao PSD, abrindo caminho para integrar a chapa da governadora Raquel Lyra nas eleições em Pernambuco. A estratégia envolve a Rede-PE, sigla pela qual Gadêlha foi eleito em 2022, com 134 mil votos, mas que pode abrir espaço para atuação no PSD caso a união se consolide.

A janela partidária permite a mudança até sexta-feira, 3 de abril de 2026. A troca contraria integrantes da coligação PSOL-Rede, que viam com mais probabilidade a permanência do parlamentar na Rede Sustentabilidade. O movimento é visto como pesquisa de alianças para sustentar a postulação de Lyra ao governo estadual.

Túlio Gadêlha tem 38 anos, está no segundo mandato e, na última eleição, apoiou a candidatura de Raquel Lyra ao governo. A movimentação envolve acordos internos e negociações com lideranças do PSD para a composição da chapa majoritária.

Contexto político

A negociação ocorre em meio a avaliação de cenários eleitorais em Pernambuco, com a pesquisa Real Time Big Data indicando aprovação de 49% ao governo de Lyra, mas intenções de voto de 36% contra João Campos (PSB-PE), com 55% de vantagem para Campos em um eventual segundo turno. Os dados são de fevereiro, com registro no TSE.

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