- O PSB mira o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para oxigenar o partido em Minas Gerais e afirma que apoiará ele, independentemente da sigla em que atuar.
- A filiação de Pacheco é vista como bem encaminhada por aliados, com a expectativa de atrair filiações em todo o estado e apoio majoritário de prefeitos.
- O PSB de Minas Gerais não tem representação na Câmara dos Deputados nem no Senado Federal.
- MDB e União Brasil também tentam atrair Pacheco; aliados sugerem que, se ele entrar no PSB, pode haver uma chapa conjunta ou acordo com outras siglas.
- Pacheco participou de agendas com o PSB em Brasília recentemente, e o partido já o havia convidado a se filiar no ano passado, antes da confirmação da filiação de Mateus Simões ao PSD.
O PSB de Minas Gerais está avançando na expectativa de filiar Rodrigo Pacheco (PSD-MG) como forma de oxigenar a legenda no estado. A estratégia ocorre em meio à disputa com MDB e União Brasil, e a filiação é vista como bem encaminhada por aliados próximos.
O grupo petista local afirma que, independentemente da sigla escolhida por Pacheco, o PSB deverá apoiá-lo. A declaração foi dada a uma emissora de TV e reforça a ideia de apoio do partido ao senador mineiro.
A ideia é ampliar a atuação do PSB no estado, hoje com 46 prefeituras entre os 853 municípios mineiros. A aposta é que a filiação de Pacheco intensifique as articulações com prefeitos e vices.
Segundo Otacílio Costa, presidente estadual do PSB, a chegada de Pacheco pode gerar uma série de filiações pelo estado e ampliar o apoio de lideranças municipais. Ainda não houve confirmação formal da mudança.
A filiação de Pacheco vem sendo discutida com aliados próximos, mas não houve confirmação final. Caso se confirme, a cerimônia protocolar ocorreria ainda nesta semana, de forma discreta.
Perspectiva de filiação de Pacheco
O MDB e o União Brasil também tentaram atrair o senador, que participou de agendas com o PSB em Brasília recentemente. O objetivo é construir uma frente ampla do centro democrático no estado.
Para viabilizar a ida ao MDB, Pacheco precisaria harmonizar acordos com nomes como Gabriel Azevedo e Newton Cardoso Jr., ambos com papéis relevantes no partido em Minas.
O histórico de negociação inclui conversas com o presidente Lula e com lideranças do centrão, além de contatos com o governismo local. A escolha de Pacheco depende de alinhamentos estratégicos entre partidos.
O PSB mineiro já havia convidado Pacheco para a filiação no ano passado, antes da confirmação da filiação de Mateus Simões ao PSD ter inviabilizado a permanência do senador na sigla.
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