- O PSD anunciou Ronaldo Caiado como pré-candidato à Presidência, após Ratinho Junior desistir da disputa; Eduardo Leite também disputava a indicação.
- O anúncio ocorreu às 16h na sede do PSD, em São Paulo; Leite não participou do encontro.
- A escolha de Caiado foi feita pelo conselho após Ratinho desistir; Gilberto Kassab se reuniu com Caiado e Leite para tratar da definição.
- Caiado deixará o governo de Goiás em 31 de março para se dedicated à campanha; o vice-governador Daniel Vilela assume o governo.
- Internamente, Caiado lidera a corrida do PSD; pesquisas indicavam Caiado na frente de Leite (surpreendentemente empatados ou com pequena vantagem em algumas leituras).
O PSD indicou Ronaldo Caiado, governador de Goiás, como pré-candidato ao Palácio do Planalto nesta segunda-feira (30.mar.2026). A escolha veio após a desistência de Ratinho Junior, do PSD do Paraná, da disputa interna. Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, também concorria.
O anúncio foi feito oficialmente às 16h na sede do partido em São Paulo. Caiado foi escolhido pelo conselho da legenda, após Ratinho abandonar a disputa na véspera. Leite não participou do encontro.
Segundo apurações do Poder360, a decisão ocorreu horas após Ratinho anunciar a desistência no dia anterior, o que abriu espaço para a definição interna. O ex-governador Jorge Bornhausen confirmou a aquisição da escolha pelo PSD.
Pela agenda, Kassab recebeu Caiado e Leite em encontros distintos para alinhavar a pré-candidatura. Caiado reuniu-se com Kassab em 24.mar; Leite teve reunião com o presidente nacional do PSD em 25.mar, buscando consolidar o apoio.
Em discurso, Caiado disse que não cede às pressões nem à polarização, e afirmou que o Brasil precisa superar o atual cenário político. O tom foi de defesa de convicções e de desejo de mudança, sem citar adversários específicos.
Afastamento de Caiado do governo de Goiás está marcado para 31.mar. O vice-governador Daniel Vilela ficará no comando durante a ausência para a campanha. Ratinho Junior destacou compromisso com a democracia ao apoiar Caiado.
A mudança interna ocorreu em meio a disputas no Paraná e ao enfraquecimento de alianças regionais. A desistência de Ratinho foi atribuída a dificuldades de viabilizar a sucessão estadual, segundo fontes próximas ao PSD.
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