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Carlos Viana pretende entregar a Mendonça relatório rejeitado da CPMI do INSS

Carlos Viana prepara entrega em mãos do relatório da CPMI do INSS, rejeitado pela base governista, ao ministro André Mendonça do STF

André Mendonça
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  • O senador Carlos Viana, que presidiu a CPMI do INSS, disse que vai entregar ao ministro André Mendonça, do STF, o relatório elaborado pelo deputado Alfredo Gaspar.
  • O documento final, com mais de quatro mil páginas, pedia o indiciamento de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, e foi rejeitado pela base governista em votação de dezoito a doze.
  • A bancada governista chegou a apresentar um relatório alternativo com Jair Bolsonaro entre os indiciados, mas o texto não foi colocado em votação.
  • A entrega do relatório alternativo aos órgãos competentes, como a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República, ficou marcada para o sete de abril.
  • Ainda não há data definida para a entrega ao ministro do Supremo.

Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, afirmou que pretende entregar ao ministro do STF André Mendonça o relatório elaborado pelo deputado Alfredo Gaspar. O objetivo é apresentar uma cópia do trabalho que foi barrado pela base governista.

O relatório final tem mais de 4.000 páginas e pedia o indiciamento de Fábio Luís da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula. A rejeição ocorreu por 19 votos a 12, com a base de apoio ao governo evitando a aprovação.

Segundo Viana, a decisão de blindagem partiu de parlamentares da base governista, que também discutiram a possibilidade de um relatório alternativo. Esse texto chegou a incluir Jair Bolsonaro entre os indicados, mas não foi levado a votação.

Na segunda-feira (30), membros governistas da CPMI anunciaram que o relatório alternativo será encaminhado a órgãos competentes, como a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República, em 7 de abril. O que motivará essa nova entrega não foi informado pela CPMI.

Desdobramentos

Não há data marcada para a entrega do relatório ao ministro Mendonça, conforme revelou Viana. A operação de envio em mãos pretende tornar o documento acessível aos impactos jurídicos do caso. O contexto envolve disputas políticas entre a base governista e oposicionistas.

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