- Rogério Marinho, coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, afirmou que o jingle não reflete o comportamento da campanha.
- A peça chamava a “terceira via” de sequelados e sugeria que os partidos do Centrão iriam “cair do cavalo”.
- Marinho disse à CNN que a música não é defendida pela campanha e que o tratamento entre adversários será respeitoso.
- A campanha negou à CNN que o jingle fosse oficial, mas a música aparece no início da transmissão do evento no canal oficial do PL no YouTube.
- A equipe de pré-candidato afirmou que terá mais cautela em próximos atos e que, se soubesse da letra, não teria concordado com ela.
O senador Rogério Marinho (PL-RN) afirmou que o jingle usado durante uma transmissão de pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não reflete o comportamento esperado da campanha. Segundo ele, a peça não representa a linha da coordenação.
Marinho, que dirige a coordenação da pré-campanha de Flávio, disse à CNN que o jingle não está alinhado com a conduta da equipe. Em tom objetivo, garantiu que, independentemente do adversário, o tratamento entre os concorrentes será respeitoso.
O trecho da transmissão, realizada no Rio Grande do Norte, associou a expressão “terceira via” a uma crítica pejorativa, chamando-a de sequelada. A letra também citou futuras vitórias eleitorais previstas para 2026 associadas a Flávio Bolsonaro.
Após a repercussão, a assessoria de Flávio Bolsonaro negou que a música fosse oficial da candidatura. Ainda assim, o jingle aparece no início da transmissão divulgada pelo canal oficial do PL no YouTube.
Em nota, a equipe de pré-candidato informou que adotará maior cautela em eventos futuros. Observou que, se a assessoria do senador tivesse ciência prévia da letra, não teria concordado com o conteúdo.
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